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Música | Dança | Performance
ÁCIDOSAndré Calvário: baixo elétrico João Sousa: bateria ABOUT ANGELS AND ANIMALSJulius Gabriel: saxofones tenor e barítono Jan Klare: saxofones alto e baixo alto Membros do coletivo A Besta, ...
Ácidos & About Angels and Animals - Jazz no Parque
2019-07-20

ÁCIDOS André Calvário: baixo elétrico João Sousa: bateria
ABOUT ANGELS AND ANIMALS Julius Gabriel: saxofones tenor e barítono Jan Klare: saxofones alto e baixo alto
Membros do coletivo A Besta, André Calvário e João Sousa especificaram as cumplicidades nascidas em vários grupos e projetos num duo recentemente formado, Ácidos, definindo-o com um núcleo de improvisação experimental com matriz no rock, indo as referências das suas construções por meio de riffs do chamado prog (por exemplo, King Crimson e Magma) ao stoner de uns Kyuss, com recursos ocasionais provenientes de toda a história das associações desse género musical com o jazz. Para esta ocasião convidam um outro duo, este de saxofones nas tradições cruzadas do free jazz e da música improvisada, os About Angels and Animals de Julius Gabriel e Jan Klare, músicos conhecidos pela forma como conciliam abstração com energia, em busca de uma expressão que tem tanto de espontânea quanto de sofisticada nos seus aspetos formais.
Acesso: 10€/concerto 12-18 anos/Estudantes, Séniores (65 anos e mais) e Amigos de Serralves: 5€
- LocalParque
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2019-07-20
Marcelo dos Reis: guitarra elétrica Albert Cirera: saxofones tenor e soprano Luís Vicente: trompeteJosé Miguel Pereira: contrabaixo Marco Franco: bateria Théo Ceccaldi: violino Agora ...
Fail Better! & Théo Ceccaldi - Jazz no Parque
2019-07-13

Marcelo dos Reis: guitarra elétrica Albert Cirera: saxofones tenor e soprano Luís Vicente: trompete José Miguel Pereira: contrabaixo Marco Franco: bateria Théo Ceccaldi: violino
Agora com Albert Cirera e Marco Franco nos lugares que eram antes ocupados por João Guimarães e João Pais Filipe, os Fail Better! convidam para este concerto um músico com quem o seu mentor, Marcelo dos Reis, tem estado associado em vários contextos e muito especialmente com os Chamber 4 (no qual, de resto, também encontramos Luís Vicente): Théo Ceccaldi, jovem violinista que se tornou já numa das personalidades de maior relevo na cena francesa. A música proposta pelo quinteto combina habitualmente aspetos do free jazz, do pós-bop, do rock e até da folk e do country, num entendimento trans-idiomático da improvisação (não há partituras nem estruturas combinadas) que o distingue e personaliza, mas é de prever que com Ceccaldi – o maior expoente atual da linhagem do violino que começou com Stéphane Grapelli e passou por Jean-Luc Ponty – ganhe ainda maiores, e imprevisíveis, dimensões.
Acesso: 10€/concerto 12-18 anos/Estudantes, Séniores (65 anos e mais) e Amigos de Serralves: 5€
- LocalParque
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2019-07-13
Jazz no Parque 2019, sábados, às 18h00Programa Rui Eduardo PaesNa sua 28ª edição, o Jazz no Parque aposta na colaboração de grupos e músicos individuais portugueses com outros do mapa internacional, procurando contribuir p...
JAZZ NO PARQUE 2019
DE 2019-07-06 a 2019-07-20
Jazz no Parque 2019, sábados, às 18h00 Programa Rui Eduardo Paes
Na sua 28ª edição, o Jazz no Parque aposta na colaboração de grupos e músicos individuais portugueses com outros do mapa internacional, procurando contribuir para maiores relacionamentos da realidade musical do nosso país com as de terceiros. Assim, o compositor e baterista Pedro Melo Alves convida o norte-americano Mark Dresser e a francesa Eve Risser para um novo projeto, os Fail Better! surgem com Théo Ceccaldi (França) como convidado especial e o duo Ácidos emparelha com um outro da Alemanha, About Angels and Animals, na prossecução do ideal universalista do jazz neste início de um novo milénio. Sempre inaugurando novos caminhos para os envolvidos, com propostas em estreia absoluta.
Acesso: 10€/concerto 12-18 anos/Estudantes, Séniores (65 anos e mais) e Amigos de Serralves: 5€
Pedro Melo Alves’ in igma (Portugal / Estados Unidos / França) Estreia absoluta Pedro Melo Alves: bateria, electrónica; Mark Dresser: contrabaixo; Eve Risser: piano, piano preparado; Abdul Moimême: guitarra eléctrica preparada; Aubrey Johnson: voz; Mariana Nunes: voz; Beatriz Nunes: voz Prémio de Composição Bernardo Sassetti em 2017 e uma das mais aclamadas figuras da nova geração do jazz nacional, Pedro Melo Alves tem vindo a desenvolver um trabalho de pesquisa na combinação de elementos do jazz e da música erudita contemporânea que, para além das suas contribuições para o grupo The Rite of Trio e do seu Omniae Ensemble, já teve expressão com os projectos Symph e O. in igma é uma nova incursão do músico portuense, nela associando personalidades de primeiro plano na cena internacional como Mark Dresser e Eve Risser, ele um dos nomes de topo na arte do contrabaixo vai quase para quatro décadas e ela uma surpreendente reformuladora das capacidades do piano. Nesta formação em estreia absoluta estão ainda Abdul Moimême, nome de referência da improvisação electroacústica do nosso país, e três cantoras com trajectos em plena ascensão, Aubrey Johnson, Mariana Nunes e Beatriz Nunes, assim ficando um septeto de instrumentação assaz invulgar.
Fail Better! & Théo Ceccaldi (Portugal / Espanha / França) Estreia absoluta Marcelo dos Reis: guitarra eléctrica; Albert Cirera: saxofones tenor e soprano; Luís Vicente: trompete; José Miguel Pereira: contrabaixo; Marco Franco: bateria + Théo Ceccaldi (violino) Agora com uma nova formação, estando Albert Cirera e Marco Franco nos lugares que eram antes ocupados por João Guimarães e João Pais Filipe, os Fail Better! convidam para este concerto um músico com quem o seu mentor, Marcelo dos Reis, tem estado associado em vários contextos e muito especialmente com os Chamber 4 (no qual, de resto, também encontramos Luís Vicente): Théo Ceccaldi, jovem violinista que se tornou já numa das personalidades de maior relevo na cena francesa. A música proposta pelo quinteto combina habitualmente aspectos do free jazz, do pós-bop, do rock e até da folk e do country, num entendimento trans-idiomático da improvisação (não há partituras nem estruturas combinadas) que o distingue e personaliza, mas é de prever que com Ceccaldi – o maior expoente actual da linhagem do violino que começou com Stéphane Grapelli e passou por Jean-Luc Ponty – ganhe ainda maiores, e imprevisíveis, dimensões.
Ácidos & About Angels and Animals (Portugal / Alemanha) Estreia absoluta Ácidos – André Calvário: baixo eléctrico, João Sousa: bateria; About Angels and Animals – Julius Gabriel: saxofones tenor e barítono; Jan Klare: saxofones alto e baixo Membros do colectivo A Besta, no qual ambos incluem o grupo Cardíaco, André Calvário e João Sousa especificaram as cumplicidades nascidas nesse e em outros projectos num duo recentemente formado, Ácidos, definindo-o com um núcleo de improvisação experimental com matriz no rock, indo as referências das suas construções por meio de riffs do prog (por exemplo, King Crimson e Magma) ao stoner de uns Kyuss, com recursos ocasionais provenientes de toda a história das associações desse género musical com o jazz, da Mahavishnu Orchestra aos Fire! de Mats Gustafsson. Para esta ocasião convidam um outro duo, este de saxofones nas tradições cruzadas do free jazz e da música improvisada, os About Angels and Animals de Julius Gabriel e Jan Klare, músicos conhecidos pela forma como conciliam abstracção com energia, em busca de uma expressão que tem tanto de primária quanto de sofisticada nos seus aspectos formais.
- LocalParque de Serralves
- Dias06-07-2019 - 20-07-2019
Pedro Melo Alves: bateria, eletrónica drums, electronics;Mark Dresser: contrabaixo double bass;Eve Risser: piano, piano preparado prepared piano;Abdul Moimême: guitarra elétrica preparada prepared electric guitar;Aubrey J...
Pedro Melo Alves’ in igma - Jazz no Parque
2019-07-06

Pedro Melo Alves: bateria, eletrónica drums, electronics; Mark Dresser: contrabaixo double bass; Eve Risser: piano, piano preparado prepared piano; Abdul Moimême: guitarra elétrica preparada prepared electric guitar; Aubrey Johnson: voz vocals; Mariana Dionísio: voz vocals; Beatriz Nunes: voz vocals.
Prémio de Composição Bernardo Sassetti em 2017 e uma das mais aclamadas figuras da nova geração do jazz nacional, Pedro Melo Alves tem vindo a desenvolver um trabalho de pesquisa na combinação de elementos do jazz e da música contemporânea que, para além do Omniae Ensemble e das suas contribuições para o grupo The Rite of Trio, já teve expressão com os projectos Symph e O. Estes in igma são uma nova aventura do músico portuense, que associa personalidades da cena internacional como Mark Dresser e Eve Risser, ele um dos nomes de topo na arte do contrabaixo vai quase para quatro décadas e ela uma surpreendente reformuladora das capacidades do piano. Nesta formação estão ainda Abdul Moimême, nome de referência da improvisação eletroacústica do nosso país, e três cantoras com trajetos em plena ascensão, Aubrey Johnson, Mariana Dionísio e Beatriz Nunes, assim ficando um septeto de instrumentação assaz invulgar.
Acesso: 10€/concerto 12-18 anos/Estudantes universitários, Séniores (65 anos e mais) e Amigos de Serralves: 5€
- LocalParque
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2019-07-06
Holanda / Austrália / Brasil / Finlândia / ÁustriaEstreia em PortugalFormado por músicos de diversas nacionalidades com residência em Amesterdão (só o brasileiro Yedo Gibson é uma exceção, pois vive em Colares, no ...
JAZZ NO PARQUE 2018 | NAKED WOLF
2018-07-21
Holanda / Austrália / Brasil / Finlândia / Áustria
Estreia em Portugal Formado por músicos de diversas nacionalidades com residência em Amesterdão (só o brasileiro Yedo Gibson é uma exceção, pois vive em Colares, no concelho de Sintra), os Naked Wolf são conhecidos por uma música que nunca pára quieta, associando o jazz (regra geral o free, se bem que com um maior peso da composição do que é habitual nessa tendência) com outros idiomas musicais, como o rock, a pop e a folk. A intensidade de uma improvisação pode desembocar numa canção ou esta converter-se em algo de tão complexo que se aproxima da música erudita contemporânea, mas sempre com uma pulsação saltitante. Não por acaso, um dos intervenientes (Luc Ex) vem da célebre banda punk holandesa The Ex.
Felicity Provan: voz, trompete; Yedo Gibson: saxofones barítono e tenor; Mikael Szafirowski: guitarra elétrica, voz; Luc Ex: guitarra baixo; Gerri Jager: bateria, percussão
Fotografia (c) Erik Smits
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2018-07-21
- Preço€ 10,00
- Amigo de Serralves€ 5,00
Espanha / AlemanhaEstreia em PortugalA baterista e percussionista galega que durante alguns anos – os dos seus estudos musicais – viveu no Porto e agora está radicada em Berlim volta a Portugal para apresentar o seu mais rece...
JAZZ NO PARQUE 2018 | LUCÍA MARTÍNEZ & THE FEARLESS
2018-07-14
Espanha / Alemanha
Estreia em Portugal A baterista e percussionista galega que durante alguns anos – os dos seus estudos musicais – viveu no Porto e agora está radicada em Berlim volta a Portugal para apresentar o seu mais recente projeto berlinense, formado por quatro dos mais importantes músicos daquela cidade. A música que nos propõe deriva não só do universo musical que Ennio Morricone criou para os filmes de cowboys a que chamamos "spaghetti” como alude a outros do género Western, evocando ícones do cinema como John Wayne, Clint Eastwood e até Quentin Tarantino. Daí resulta um jazz agitado, electroacústico e em cavalgada rumo ao Faroeste, com incorporações de sonoridades da América profunda que não iludem a perspetiva europeia das composições de Martínez.
Lucía Martínez: bateria; Benjamin Weidekamp: clarinete baixo; DJ lllvibe: gira-discos; Ronny Graupe: guitarra elétrica; Marcel Kroemker: contrabaixo
Fotografia (c) Mario Bubano
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2018-07-14
- Preço€ 10,00
- Amigo de Serralves€ 5,00
Na área do jazz, as opções pelo groove ou pela exploração de possibilidades são habitualmente exclusivistas. Uma especial atenção ao balanço rítmico significa frequentemente, e logo à partida, que não há uma atitude d...
JAZZ NO PARQUE 2018
DE 2018-07-07 a 2018-07-21
Na área do jazz, as opções pelo groove ou pela exploração de possibilidades são habitualmente exclusivistas. Uma especial atenção ao balanço rítmico significa frequentemente, e logo à partida, que não há uma atitude de inovação de linguagens ou vice-versa. Na sua edição de 2018, o Jazz no Parque apresenta três projectos que contrariam a separação entre o que se considera mais acessível e popular e o que é remetido para o chamado "experimentalismo”. Ainda que de formas diferentes, todos os grupos que vão ao Ténis de Serralves praticam músicas que fazem bater o pé e abanar a cabeça sem que tal implique uma menor preocupação com as questões estéticas ou uma atitude menos inconformista. Há mais jazz para além do mainstream e da vanguarda e é esse que vamos ouvir.
Curadoria: Rui Eduardo Paes
Actividades Relacionadas
7 JUL (SÁB), 18H00 | MANÉ FERNANDES: “THE MANTRA OF THE pHAT LOTUS”
Portugal / Reino Unido Novo projeto
Mané Fernandes: guitarra eléctrica; José Soares: saxofone alto, clarinete baixo; Ricardo Coelho: vibrafone, percussão electrónica, sintetizador); Pedro Vasconcelos: bateria + convidados: Gonçalo Moreira (teclados); Nick Jurd (baixo eléctrico)
Um dos mais notáveis guitarristas do jazz português na actualidade, Mané Fernandes, faz-se rodear no projeto The Mantra of the pHat Lotus por outros músicos da nova geração que, à sua semelhança, se destacaram na cena do Porto, todos eles exímios instrumentistas e todos eles com ideias frescas. Este novo grupo cruza o jazz com o hip-hop e faz com que nos apeteça dançar, mas sempre evitando o óbvio e o fácil, utilizando composições (as do líder) de difícil execução que ou podem ser polirrítmicas e ter tempos diferentes tocados em simultâneo, ou mudam subitamente de direção. Neste concerto, o quinteto traz consigo dois convidados especiais, Gonçalo Moreira (desviado de outro projecto de Fernandes, Bouncelab) e o inglês Nick Jurd, para além de um novo repertório, especialmente criado para o efeito.
14 JUL (SÁB), 18H00 | LUCÍA MARTÍNEZ & THE FEARLESS
Espanha / Alemanha Estreia em Portugal
Lucía Martínez: bateria; Benjamin Weidekamp: clarinete baixo; DJ lllvibe: gira-discos; Ronny Graupe: guitarra eléctrica; Marcel Kroemker: contrabaixo
A baterista e percussionista galega que durante alguns anos – os dos seus estudos musicais – viveu no Porto e agora está radicada em Berlim volta a Portugal para apresentar o seu mais recente projecto berlinense, formado por quatro dos mais importantes músicos daquela cidade. A música que nos propõe deriva não só do universo musical que Ennio Morricone criou para os filmes de cowboys a que chamamos "spaghetti” como alude a outros do género Western, evocando ícones do cinema como John Wayne, Clint Eastwood e até Quentin Tarantino. Daí resulta um jazz agitado, electroacústico e em cavalgada rumo ao Faroeste, com incorporações de sonoridades da América profunda que não iludem a perspectiva europeia das composições de Martínez.
21 JUL (SÁB), 18H00 | NAKED WOLF
Holanda / Austrália / Brasil / Finlândia / Áustria Estreia em Portugal
Felicity Provan: voz, trompete; Yedo Gibson: saxofones barítono e tenor; Mikael Szafirowski: guitarra eléctrica, voz; Luc Ex: guitarra baixo; Gerri Jager: bateria, percussão
Formado por músicos de diversas nacionalidades com residência em Amesterdão (só o brasileiro Yedo Gibson é uma excepção, pois vive em Colares, no concelho de Sintra), os Naked Wolf são conhecidos por uma música que nunca pára quieta, associando o jazz (regra geral o free, se bem que com um maior peso da composição do que é habitual nessa tendência) com outros idiomas musicais, como o rock, a pop e a folk. A intensidade de uma improvisação pode desembocar numa canção ou esta converter-se em algo de tão complexo que se aproxima da música erudita contemporânea, mas sempre com uma pulsação saltitante. Não por acaso, um dos intervenientes (Luc Ex) vem da célebre banda punk holandesa The Ex.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias07-07-2018 - 21-07-2018
- Preço€ 10,00
- Amigo de Serralves€ 5,00
Portugal / Reino UnidoNovo projetoUm dos mais notáveis guitarristas do jazz português na atualidade, Mané Fernandes, faz-se rodear no projeto The Mantra of the pHat Lotus por outros músicos da nova geração que, à sua ...
JAZZ NO PARQUE 2018 | MANÉ FERNANDES: “THE MANTRA OF THE pHAT LOTUS”
2018-07-07

Portugal / Reino Unido
Novo projeto Um dos mais notáveis guitarristas do jazz português na atualidade, Mané Fernandes, faz-se rodear no projeto The Mantra of the pHat Lotus por outros músicos da nova geração que, à sua semelhança, se destacaram na cena do Porto, todos eles exímios instrumentistas e todos eles com ideias frescas. Este novo grupo cruza o jazz com o hip-hop e faz com que nos apeteça dançar, mas sempre evitando o óbvio e o fácil, utilizando composições (as do líder) de difícil execução que ou podem ser polirrítmicas e ter tempos diferentes tocados em simultâneo, ou mudam subitamente de direção. Neste concerto, o quinteto traz consigo dois convidados especiais, Gonçalo Moreira (desviado de outro projeto de Fernandes, Bouncelab) e o inglês Nick Jurd, para além de um novo repertório, especialmente criado para o efeito.
Mané Fernandes: guitarra eléctrica; José Soares: saxofone alto, clarinete baixo; Ricardo Coelho: vibrafone, percussão eletrónica, sintetizador); Pedro Vasconcelos: bateria + convidados: Gonçalo Moreira (teclados); Nick Jurd (baixo eléctrico)
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2018-07-07
- Preço€ 10,00
- Amigo de Serralves€ 5,00
Estreia absolutaJoelle Léandre (contrabaixo, voz); Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio); Maria Radich (voz, dança); Maria do Mar (violino); Joana Guerra (violoncelo, voz), Angélica V. Salvi (harpa, electróni...
JAZZ NO PARQUE 2017: Joelle Léandre X 5 [FR/PT/ES]
2017-07-16
Estreia absoluta
Joelle Léandre (contrabaixo, voz); Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio); Maria Radich (voz, dança); Maria do Mar (violino); Joana Guerra (violoncelo, voz), Angélica V. Salvi (harpa, electrónica)
Com o Feminist Improvising Group e com Les Diaboliques, a contrabaixista Joelle Léandre confrontou a partir da década de 1970 o domínio masculino do mundo do jazz e até a tendência deste para o machismo e a misoginia, tornando-se num emblema da emancipação das mulheres na música. Neste concerto surge como o elemento pivô de um grupo português (incluindo uma espanhola residente no Porto, Angelica V. Salvi) feminino que homenageia esse percurso de resistência e diferenciação. As suas integrantes têm em comum serem experientes improvisadoras, algumas delas desenvolvendo igualmente actividade em outras áreas musicais – da música contemporânea ao rock.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2017-07-16
- Preço€ 10,00
Estreia absolutaRodrigo Amado (saxofone tenor); Thomas Johansson (trompete); Jon Rune Strom (contrabaixo); Gard Nilssen (bateria)O Jazz no Parque lançou a Rodrigo Amado, figura de proa do jazz criativo nacional já com largo reco...
JAZZ NO PARQUE 2017: Rodrigo Amado Northern Liberties [PT/NO]
2017-07-09
Estreia absoluta
Rodrigo Amado (saxofone tenor); Thomas Johansson (trompete); Jon Rune Strom (contrabaixo); Gard Nilssen (bateria)
O Jazz no Parque lançou a Rodrigo Amado, figura de proa do jazz criativo nacional já com largo reconhecimento além-fronteiras, o desafio de formar um grupo "norueguês”. Ei-lo que se apresenta, em estreia absoluta, com membros de formações da cena escandinava como Cortex, All Included, Bushman’s Revenge ou Puma, num vasto leque de tendências. No horizonte está já a continuação do projecto e a edição de um disco. Em contexto de improvisação integral, são retomados princípios distintivos do free jazz e do hard bop, numa entrega caracterizada pela sua implacável energia, sem descurar o pormenor e a nuance.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2017-07-09
- Preço€ 10,00
A 26ª edição do Jazz no Parque segue integralmente um mote: juntar músicos nacionais e de outros países nas mesmas formações, em projectos propositadamente criados para a sua apresentação no Ténis de Serralves.Cura...
JAZZ NO PARQUE 2017
DE 2017-07-02 a 2017-07-16
A 26ª edição do Jazz no Parque segue integralmente um mote: juntar músicos nacionais e de outros países nas mesmas formações, em projectos propositadamente criados para a sua apresentação no Ténis de Serralves.
Curadoria: Rui Eduardo Paes
Actividades Relacionadas
2 JUL: Spinifex Plus [NL/PT/US] – estreia absoluta
Tobias Klein (saxofone alto); John Dikeman (saxofone tenor); Bart Maris (trompete); Jasper Stadhouders (guitarra eléctrica); Gonçalo Almeida (baixo eléctrico); Philipp Moser (bateria) + Francisco Andrade (saxofone tenor); João Martins (saxofone barítono); Luís Vicente (trompete); Eduardo Lála (trombone); Gil Gonçalves (tuba)
Os Spinifex Plus são uma derivação (pensada especificamente para esta participação no Jazz no Parque) da fórmula Spinifex Maximus, com a qual músicos de diversas nacionalidades se adicionaram ao quinteto Spinifex para formar uma "big band” que, em 2015, comemorou o 10º aniversário do projecto. Com uma secção de sopros de oito elementos, fica ainda mais densa e possante a característica música deste grupo que cruza a energia e os "riffs” do metal com o jazz, utilizando melodias que vão beber à Índia e à Turquia. Cinco músicos portugueses juntam-se neste concerto à formação holandesa, que já por si vem ao Porto com um elemento extra, o saxofonista norte-americano John Dikeman.
9 JUL: Rodrigo Amado Northern Liberties [PT/NO] – estreia absoluta
Rodrigo Amado (saxofone tenor); Thomas Johansson (trompete); Jon Rune Strom (contrabaixo); Gard Nilssen (bateria)
O Jazz no Parque lançou a Rodrigo Amado, figura de proa do jazz criativo nacional já com largo reconhecimento além-fronteiras, o desafio de formar um grupo "norueguês”. Ei-lo que se apresenta, em estreia absoluta, com membros de formações da cena escandinava como Cortex, All Included, Bushman’s Revenge ou Puma, num vasto leque de tendências. No horizonte está já a continuação do projecto e a edição de um disco. Em contexto de improvisação integral, são retomados princípios distintivos do free jazz e do hard bop, numa entrega caracterizada pela sua implacável energia, sem descurar o pormenor e a nuance.
16 JUL: Joelle Léandre X 5 [FR/PT/ES] – estreia absoluta
Joelle Léandre (contrabaixo, voz); Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio); Maria Radich (voz, dança); Maria do Mar (violino); Joana Guerra (violoncelo, voz), Angélica V. Salvi (harpa, electrónica)
Com o Feminist Improvising Group e com Les Diaboliques, a contrabaixista Joelle Léandre confrontou a partir da década de 1970 o domínio masculino do mundo do jazz e até a tendência deste para o machismo e a misoginia, tornando-se num emblema da emancipação das mulheres na música. Neste concerto surge como o elemento pivô de um grupo português (incluindo uma espanhola residente no Porto, Angelica V. Salvi) feminino que homenageia esse percurso de resistência e diferenciação. As suas integrantes têm em comum serem experientes improvisadoras, algumas delas desenvolvendo igualmente actividade em outras áreas musicais – da música contemporânea ao rock.
- Dias02-07-2017 - 16-07-2017
Estreia absolutaTobias Klein (saxofone alto); John Dikeman (saxofone tenor); Bart Maris (trompete); Jasper Stadhouders (guitarra eléctrica); Gonçalo Almeida (baixo eléctrico); Philipp Moser (bateria)+ Francisco Andr...
JAZZ NO PARQUE 2017: Spinifex Plus [NL/PT/US]
2017-07-02

Estreia absoluta
Tobias Klein (saxofone alto); John Dikeman (saxofone tenor); Bart Maris (trompete); Jasper Stadhouders (guitarra eléctrica); Gonçalo Almeida (baixo eléctrico); Philipp Moser (bateria) + Francisco Andrade (saxofone tenor); João Martins (saxofone barítono); Luís Vicente (trompete); Eduardo Lála (trombone); Gil Gonçalves (tuba)
Os Spinifex Plus são uma derivação (pensada especificamente para esta participação no Jazz no Parque) da fórmula Spinifex Maximus, com a qual músicos de diversas nacionalidades se adicionaram ao quinteto Spinifex para formar uma "big band” que, em 2015, comemorou o 10º aniversário do projecto. Com uma secção de sopros de oito elementos, fica ainda mais densa e possante a característica música deste grupo que cruza a energia e os "riffs” do metal com o jazz, utilizando melodias que vão beber à Índia e à Turquia. Cinco músicos portugueses juntam-se neste concerto à formação holandesa, que já por si vem ao Porto com um elemento extra, o saxofonista norte-americano John Dikeman.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2017-07-02
- Preço€ 10,00
Slow is Possible "Hunting Weather” (Portugal) Grupo-revelação do jazz português, formado por jovens músicos da Beira Interior com atividade, sobretudo, no domínio da música erudita, os Slow is Possible tocam um jazz c...
Slow is Possible “Hunting Weather” (Portugal) + Red Trio & Raoul Bjorkenheim (Portugal / Finlândia)
2016-07-17

Slow is Possible "Hunting Weather” (Portugal) Grupo-revelação do jazz português, formado por jovens músicos da Beira Interior com atividade, sobretudo, no domínio da música erudita, os Slow is Possible tocam um jazz cinematográfico que, por vezes, nos remete para a escrita de John Zorn destinada ao grande ecrã. Um jazz sem tiques, truques ou vícios que incorpora elementos clássicos, do rock e da música exploratória, sustentado sobre uma rítmica intensa e com melodias que ficam no ouvido. O septeto vai apresentar um projeto especialmente criado para Serralves, com inspiração num poema de Charles Bukowski, "The Genius of the Crowd”. Parte de um tema incluído no seu disco homónimo de estreia, "Chasin’ Bukowski”, para terminar com o inédito "Catchin’ Bukowski”.
João Clemente: guitarra elétrica Bruno Figueira: saxofone alto Patrick Ferreira: clarinete André Pontífice: violoncelo Nuno Santos Dias: piano elétrico Fender Rhodes Ricardo Sousa: contrabaixo Duarte Fonseca: bateria
Red Trio & Raoul Bjorkenheim (Portugal / Finlândia)
Um dos mais internacionalmente aclamados projetos portugueses no âmbito do jazz, o Red Trio apresenta-se na sua versão elétrica, substituindo os habituais piano de cauda e contrabaixo por um Fender Rhodes, um MiniMoog, eletrónica e baixo elétrico. Com este formato, o grupo de Rodrigo Pinheiro, Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini ganha uma dimensão mais "groovy” que o aproxima do rock. Essa orientação é acentuada pelo seu convidado, o guitarrista finlandês Raoul Bjorkenheim, conhecido pelo trabalho que desenvolveu com os Krakatau, gravando para a ECM, e com o Scorch Trio (Rune Grammofon), formado com Ingebrigt Haker-Flaten e Paal Nilssen-Love (agora rebatizado apenas como Scorch, com as entradas de Frank Rosaly e Mars Williams). Bjorkenheim sucede-se assim a outros "special guests” do Red Trio, como John Butcher e Nate Wooley, naquele que promete ser o início (é a primeira vez que tocam juntos) de um novo capítulo no seu percurso.
Rodrigo Pinheiro: piano eléctrico Fender Rhodes, electrónica Hernâni Faustino: baixo elétrico Gabriel Ferrandini: bateria, percussão Raoul Bjorkenheim: guitarra elétrica
- LocalTénis (Parque de Serralves)
- Horário18h00 - 21h00
- Dias2016-07-17
- Preço€ 12,00
Pianista de jazz entre os mais importantes de Espanha, tendo liderado um grupo pioneiro deste género musical na Galiza, Clunia (com convidados ilustres como Kenny Wheeler e a portuguesa Maria João), Nani Garcia é ta...
Nani García Cinematojazzia (Espanha)
2016-07-10
Pianista de jazz entre os mais importantes de Espanha, tendo liderado um grupo pioneiro deste género musical na Galiza, Clunia (com convidados ilustres como Kenny Wheeler e a portuguesa Maria João), Nani Garcia é também um renomado compositor de bandas sonoras para o cinema e a TV, com especial ênfase em filmes de animação. Neste âmbito vem colaborando com o autor de BD e desenhos animados Miguelanxo Prado, com quem colaborou, por exemplo, na premiada longa-metragem "De Profundis”. Mais recentemente, tem ainda realizado incursões pela música de câmara. Todas estas vertentes são combinadas no projeto Cinematojazzia, associando ao seu presente trio um quarteto de cordas. Cinema para os ouvidos, com improvisação jazzística.
Nani García: piano Simon García: contrabaixo Miguel Cabana: bateria
Eduardo Coma: violino Lázaro Wilman González: violino Raymond Arteaga: viola Luis Enrique Caballero: violoncelo Xavier Ferreiro: desenho de som
- LocalTénis (Parque de Serralves)
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2016-07-10
- Preço€ 10,00
No ano em que o Jazz no Parque chega à sua 25ª edição, a data comemora-se com uma dedicação especial à "prata da casa”. São dois, não apenas um, os concertos no fecho deste ciclo em 2016. O primeiro revela uma nova form...
JAZZ NO PARQUE 2016 - 25ª edição
DE 2016-07-03 a 2016-07-17

No ano em que o Jazz no Parque chega à sua 25ª edição, a data comemora-se com uma dedicação especial à "prata da casa”. São dois, não apenas um, os concertos no fecho deste ciclo em 2016. O primeiro revela uma nova formação de jovens músicos portugueses que muito tem surpreendido, Slow is Possible, com um projeto especialmente concebido para Serralves ("Hunting Weather”, inspirado num poema de Charles Bukowski) e o segundo apresenta o consagrado e internacionalmente aplaudido Red Trio numa versão pouco ouvida, a elétrica. Este estreia a sua parceria com o finlandês Raoul Bjorkenheim, guitarrista bem conhecido dos apreciadores das edições da ECM e da Rune Grammofon, bem como dos cruzamentos do jazz com o rock. O programa cruza duas linhas de força. Um é a inclusão de nomes que vêm apostando na inovação e na liberdade formal da música que tocam, caso do grupo formado por Ivo Perelman, Márcio Mattos e António "Panda” Gianfratti, que terá a sua estreia absoluta no Porto. O outro é a apresentação de projetos que dão ao jazz uma dimensão cinematográfica, como o Nani García Cinematojazzia, com o trio do pianista a completar-se com um quarteto de cordas e a interpretar composições que García destinou ao grande ecrã. Portugal surge entre participantes originários da Galiza e do Brasil, num enquadramento cultural que reflete a sua história (a origem galaico-portuguesa e a descoberta de outras geografias) e simbolicamente a transporta para a atualidade.
Programação: Rui Eduardo Paes
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias03-07-2016 - 17-07-2016
Estreia absoluta de um trio brasileiro que nunca existiu por motivos exclusivamente geográficos, acontecendo tal agora por iniciativa do Jazz no Parque. Ivo Perelman mudou-se para os Estados Unidos no início dos anos 1980, aí g...
Ivo Perelman / Marcio Mattos / António “Panda” Gianfratti (Brasil)
2016-07-03
Estreia absoluta de um trio brasileiro que nunca existiu por motivos exclusivamente geográficos, acontecendo tal agora por iniciativa do Jazz no Parque. Ivo Perelman mudou-se para os Estados Unidos no início dos anos 1980, aí gravando discos que o tornaram numa das referências maiores do saxofone tenor contemporâneo, Marcio Mattos está radicado no Reino Unido há quatro décadas, integrando em lugar de destaque a cena londrina da improvisação livre, e António "Panda” Gianfratti manteve-se em S. Paulo, aí tendo conquistado o estatuto de patrono da música criativa. Os dois primeiros firmaram igualmente os seus nomes no domínio das artes plásticas, Perelman como pintor e Mattos como ceramista. O que se vai ouvir está totalmente em aberto, prevendo-se apenas que surgirá dos legados combinados de John Coltrane, Albert Ayler, John Stevens e Derek Bailey.
Ivo Perelman: saxofone tenor Marcio Mattos: contrabaixo António "Panda” Gianfratti: bateria, percussão
- LocalTénis (Parque de Serralves)
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2016-07-03
- Preço€ 10,00
Já considerado um dos mais importantes músicos de jazz portugueses, apesar de só recentemente ter surgido em cena, Hugo Carvalhais conquistou os favores da crítica internacional e dos apreciadores deste género com um ja...
Hugo Carvalhais Quartet & Drumming GP (Portugal/Lituânia)
2015-07-19
Já considerado um dos mais importantes músicos de jazz portugueses, apesar de só recentemente ter surgido em cena, Hugo Carvalhais conquistou os favores da crítica internacional e dos apreciadores deste género com um jazz do século XXI que respeita o passado, mas tem um agudo sentido de contemporaneidade. Nesta versão do Hugo Carvalhais Trio intervém o inovador saxofonista lituano Liudas Mockunas e o concerto conta ainda com três elementos do Drumming GP numa variedade de instrumentos de percussão – vibrafone e marimba incluídos. Estreia absoluta.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2015-07-19
- Preço€ 10,00
Com a evolução humana como mote, o projecto do pianista e compositor galego Alberto Conde e do mestre indiano do sitar Shakir Khan parte da constatação de que os continentes europeu e asiático são, afinal, um e o mesmo, dado...
Alberto Conde Human Evolution Music Project (Espanha/Índia/Portugal)
2015-07-12
Com a evolução humana como mote, o projecto do pianista e compositor galego Alberto Conde e do mestre indiano do sitar Shakir Khan parte da constatação de que os continentes europeu e asiático são, afinal, um e o mesmo, dados os aspectos comuns que se encontram na música tocada a Ocidente e a Oriente. É jazz e música hindu (e os sons da tradição popular da Galiza, que sempre esteve presente na escrita de Conde) que se ouvem no Human Evolution Project, com o português José Valente como convidado especial na viola de arco e o invólucro electrónico do DJ B.O.U.L.E.
Alberto Conde: piano Shakir Khan: sitar Vikas Tripathi: tablas Xosé Miguélez: saxofone tenor, flauta, gaita-de-foles B.O.U.L.E.: electrónica José Valente: viola
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Publico AlvoAdultos
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2015-07-12
- Preço€ 10,00
Porque o jazz é uma música nascida do cruzamento de outras músicas e em toda a sua evolução assimilou aspetos de vários idiomas musicais, na sua 24ª edição o Jazz no Parque coloca o jazz em relação com práticas q...
Jazz no Parque 2015 - 24ª edição
DE 2015-07-05 a 2015-07-19

Porque o jazz é uma música nascida do cruzamento de outras músicas e em toda a sua evolução assimilou aspetos de vários idiomas musicais, na sua 24ª edição o Jazz no Parque coloca o jazz em relação com práticas que ora lhe são próximas, ora distantes. A abrir, o I.Overdrive Trio apresenta a sua própria interpretação das canções rock de Syd Barrett, as que compôs para o grupo Pink Floyd, nos seus inícios, e as da sua curta carreira a solo, antes de se retirar devido ao estado de demência em que ficou. De seguida, o Human Evolution Project de Alberto Conde equaciona o jazz com a tradição clássica indiana e com a música popular da Galiza, num projeto conotado com o chamado world jazz que tem como fito explorar os aspetos comuns numa Eurásia não tão mítica quanto isso. Finalmente, ao Hugo Carvalhais Quarteto (com a inclusão do saxofonista Liudas Mockunas) juntam-se três percussionistas do Drumming GP, para a estreia absoluta de uma obra com claras influências da música contemporânea. O programa tem ainda como característica geral a criação do tipo de impacto e de empatia que mais se coaduna com uma situação de concerto ao ar livre, numa oferta plural que, além de representar a multiplicidade de caminhos que o jazz percorre na atualidade, tem a particularidade de reunir propostas fortes e cativantes para o ouvido.
Programação: Rui Eduardo Paes
Bilhete por concerto: 10€ Bilhete Estudante/Jovem, Maiores de 65 e Amigos de Serralves (desconto 50%): 5€
Bilhete conjunto: 22,50€ Bilhete Estudante/Jovem, Maiores de 65 e Amigos de Serralves (desconto 50%): 11,25€
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5 jul: I.Overdrive Trio (França)
O I.Overdrive Trio formou-se com o propósito de fazer a sua própria leitura do repertório de canções deixado por Syd Barrett, um dos fundadores do grupo de rock Pink Floyd. Afectado mentalmente pelo abuso de psicotrópicos, este acabaria por se retirar da música para viver em permanente reclusão. Depois, Gordiani, Gaudillat e Tocanne passaram pelo espólio de outro nome grande, Leo Ferré, e compuseram temas próprios, sempre com Barrett como fonte de inspiração. A música resultante está entre o jazz e o chamado pós-rock, com o tipo de ambiências próprio do psicadelismo.
Philippe Gordiani: guitarra eléctrica Remi Gaudillat: trompete Bruno Tocanne: bateria
Mais informação aqui.
12 jul: Alberto Conde Human Evolution Music Project (Espanha/Índia/Portugal)
Com a evolução humana como mote, o projecto do pianista e compositor galego Alberto Conde e do mestre indiano do sitar Shakir Khan parte da constatação de que os continentes europeu e asiático são, afinal, um e o mesmo, dados os aspectos comuns que se encontram na música tocada a Ocidente e a Oriente. É jazz e música hindu (e os sons da tradição popular da Galiza, que sempre esteve presente na escrita de Conde) que se ouvem no Human Evolution Project, com o português José Valente como convidado especial na viola de arco e o invólucro electrónico do DJ B.O.U.L.E.
Alberto Conde: piano Shakir Khan: sitar Vikas Tripathi: tablas Xosé Miguélez: saxofone tenor, flauta, gaita-de-foles B.O.U.L.E.: electrónica José Valente: viola
Mais informação aqui.
19 jul: Hugo Carvalhais Quartet & Drumming GP (Portugal/Lituânia)
Já considerado um dos mais importantes músicos de jazz portugueses, apesar de só recentemente ter surgido em cena, Hugo Carvalhais conquistou os favores da crítica internacional e dos apreciadores deste género com um jazz do século XXI que respeita o passado, mas tem um agudo sentido de contemporaneidade. Nesta versão do Hugo Carvalhais Trio intervém o inovador saxofonista lituano Liudas Mockunas e o concerto conta ainda com três elementos do Drumming GP numa variedade de instrumentos de percussão – vibrafone e marimba incluídos. Estreia absoluta.
Hugo Carvalhais: contrabaixo Liudas Mockunas: saxofones tenor e soprano Fábio Almeida: saxofones tenor e alto Mário Costa: bateria Rui Rodrigues: percussão João Tiago Dias: percussão Nuno Aroso: percussão Suse Ribeiro: desenho de som
Mais informação aqui.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias05-07-2015 - 19-07-2015
- Preço€ 22,50
O I.Overdrive Trio formou-se com o propósito de fazer a sua própria leitura do repertório de canções deixado por Syd Barrett, um dos fundadores do grupo de rock Pink Floyd. Afectado mentalmente pelo abuso de psicotrópicos, e...
I. OVERDRIVE TRIO (França)
2015-07-05
O I.Overdrive Trio formou-se com o propósito de fazer a sua própria leitura do repertório de canções deixado por Syd Barrett, um dos fundadores do grupo de rock Pink Floyd. Afectado mentalmente pelo abuso de psicotrópicos, este acabaria por se retirar da música para viver em permanente reclusão. Depois, Gordiani, Gaudillat e Tocanne passaram pelo espólio de outro nome grande, Leo Ferré, e compuseram temas próprios, sempre com Barrett como fonte de inspiração. A música resultante está entre o jazz e o chamado pós-rock, com o tipo de ambiências próprio do psicadelismo.
Philippe Gordiani: guitarra eléctrica Remi Gaudillat: trompete Bruno Tocanne: bateria
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Publico AlvoGeral
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2015-07-05
- Preço€ 10,00
Formação propositadamente constituída para esta participação no Jazz no Parque, o ensemble Branches resulta da colaboração de duas das mais dinâmicas associações de músicos sediadas no Porto, cada uma delas com o seu es...
Jazz no Parque 2014: Branches
2014-07-27

Formação propositadamente constituída para esta participação no Jazz no Parque, o ensemble Branches resulta da colaboração de duas das mais dinâmicas associações de músicos sediadas no Porto, cada uma delas com o seu espaço específico de acção – a Porta-Jazz no âmbito do jazz; a Sonoscopia nos das músicas improvisada e experimental. Não sendo este trabalho de parceria uma novidade, toma com o presente projecto um carácter mais aprofundado e de que se esperam as melhores consequências, unindo artistas diferentemente orientados e ultrapassando fronteiras de género e estilo. Com inspiração na flora dos jardins de Serralves, encontramos neste octeto alguns dos mais interessantes músicos do Norte, envolvidos em plataformas de trabalho como Orquestra Jazz de Matosinhos, Coreto Porta-Jazz, Drumming GP, Mécanosphère, Lost Gorbachevs e Lama, entre muitos outros. Branches (Portugal)- Susana Santos Silva: trompete, fliscórnio – Porta-Jazz - João Pedro Brandão: saxofones, flauta – Porta-Jazz - Alberto Lopes: cordas, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia - José Alberto Gomes: electrónica – Sonoscopia - Hugo Raro: piano – Porta-Jazz - Henrique Fernandes: contrabaixo, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia - José Carlos Barbosa: contrabaixo – Porta-Jazz - Gustavo Costa: percussão, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia
Bilhete normal: 10,00 € Bilhete estudante, maiores de 65 e Amigos de Serralves: 5,00 €
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2014-07-27
- Preço€ 10,00
Novo projeto do contrabaixista galego Baldo Martínez alinhado na estética do chamado "jazz europeu”, tendo com ele três dos mais galvanizantes músicos do Velho Continente. Dominique Pifarely é um herdeiro da lin...
Jazz no Parque 2014: Baldo Martínez Cuarteto Europa
2014-07-19

Novo projeto do contrabaixista galego Baldo Martínez alinhado na estética do chamado "jazz europeu”, tendo com ele três dos mais galvanizantes músicos do Velho Continente. Dominique Pifarely é um herdeiro da linhagem do violino jazz francês que vem de Stephane Grapelli e passou por Jean-Luc Ponty e Didier Lockwood. O suíço Samuel Blaser ganhou um merecido lugar numa nova frente de grandes trombonistas. Espanhol radicado em Paris, e hoje parte da cena francesa do jazz, Ramón López tornou-se numa das principais referências da percussão criativa, com as tablas indianas e o cajón do flamenco a acrescentarem-se à bateria de modos inusitados. O Cuarteto Europa é um projeto entre o "mainstream” e a vanguarda do jazz definível pelo carácter poético das composições, o "drive” dos solos improvisados e a apertada interação dos quatro elementos, dando outra perspetiva de um músico (Martínez, o principal compositor) que já tocou com Joachim Kuhn, Louis Sclavis, Carlo Actis Dato e a portuguesa Maria João. Baldo Martínez Cuarteto Europa (Espanha / França / Suíça)- Baldo Martínez: contrabaixo - Dominique Pifarely: violino - Samuel Blaser: trombone - Ramón López: bateria, percussão AVISO: Devido à previsão de condições climatéricas adversas, este concerto vai realizar-se no Auditório de Serralves (em substituição do Ténis do Parque de Serralves), à mesma hora (17h00).
Bilhete normal: 10,00 € Bilhete estudante, maiores de 65 e Amigos de Serralves: 5,00 €
- LocalAuditório de Serralves
- Horário17h00 - 18h00
- Dias2014-07-19
- Preço€ 10,00
Uma das mais importantes figuras mundiais do violino nas áreas do jazz e da improvisação livre, Carlos "Zíngaro” tem em Portugal a relevância histórica de ter sido um pioneiro não só do free jazz como do rock psicad&eacu...
Jazz no Parque 2014: Carlos “Zíngaro” / Fred Lonberg-Holm / Chris Corsano
2014-07-12

Uma das mais importantes figuras mundiais do violino nas áreas do jazz e da improvisação livre, Carlos "Zíngaro” tem em Portugal a relevância histórica de ter sido um pioneiro não só do free jazz como do rock psicadélico, em ambos os casos com o grupo Plexus. Neste trio é acompanhado por dois músicos norte-americanos com os quais os seus caminhos se têm cruzado, Fred Lonberg-Holm (Vandermark 5, Boxhead Ensemble, Califone, Super Chunk, Wilco) e Chris Corsano (Flaherty / Corsano Duo, Evan Parker, Sunburned Hand of the Man, Six Organs of Admittance, Vibracathedral Orchestra), ambos com actividade no jazz, na música improvisada e no rock. Curiosamente, "Zíngaro” e Lonberg-Holm estão actualmente a dar uma especial atenção a um segundo instrumento, a guitarra, o que decerto reforçará a música eléctrica, intensa e possante deste grupo a que não se consegue ficar indiferente. Carlos "Zíngaro” / Fred Lonberg-Holm / Chris Corsano (Portugal / EUA)- Carlos "Zíngaro”: violino, guitarra eléctrica, electrónica - Fred Lonberg-Holm: violoncelo, guitarra eléctrica, electrónica - Chris Corsano: bateria
Bilhete normal: 10,00 € Bilhete estudante, maiores de 65 e Amigos de Serralves: 5,00 €
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2014-07-12
- Preço€ 10,00
Com uma nova orientação, um novo formato – quatro concertos em vez dos habituais três – e um novo comissário, o ensaísta e crítico Rui Eduardo Paes, o ciclo Jazz no Parque propõe-se dar uma especial atenção às formas...
Jazz no Parque 2014, 23ª edição
DE 2014-07-05 a 2014-07-27

Com uma nova orientação, um novo formato – quatro concertos em vez dos habituais três – e um novo comissário, o ensaísta e crítico Rui Eduardo Paes, o ciclo Jazz no Parque propõe-se dar uma especial atenção às formas com que a tradição deste género musical se rejuvenesce com as tendências emergentes neste início do século XXI. Propostas criativas que vão surgindo no continente europeu como as dos grupos Pata Generators e Cuarteto Europa, um retomando os princípios da Patafísica de Alfred Jarry e o outro buscando uma linguagem comum aos músicos de Espanha, França e Suíça que o integram, partilham o palco com a associação de um pioneiro da improvisação em Portugal, Carlos "Zíngaro”, a duas figuras exponenciais do jazz e do rock não-conformistas dos Estados Unidos, Fred Lonberg-Holm e Chris Corsano. E com a nata dos músicos do Porto, reunindo membros das associações Porta-Jazz e Sonoscopia num grande "ensemble” que ignora as distinções entre "mainstream” e vanguarda, preferindo inspirar-se na rica flora dos jardins de Serralves. A partir da sua 23ª edição, a realizar todos os fins de semana de julho, o Jazz no Parque será o mesmo, mas diferente…
Programa05 jul (sáb), 18h00Norbert Stein Pata Generators (Alemanha / EUA)Norbert Stein (saxofone tenor); Michael Heupel (flautas); Ryan Carniaux (trompete); Joscha Oetz (contrabaixo); Christoph Haberer (bateria) AVISO: Devido às condições meteorológicas, este concerto foi adiado para as 20h00 no Auditório de Serralves.
12 jul (sáb), 18h00Carlos "Zíngaro” / Fred Lonberg-Holm / Chris Corsano (Portugal / EUA)Carlos "Zíngaro” (violino, guitarra eléctrica, electrónica); Fred Lonberg-Holm (violoncelo, guitarra eléctrica, electrónica); Chris Corsano (bateria) 19 jul (sáb), 17h00Baldo Martínez Cuarteto Europa (Espanha / França / Suíça)Baldo Martínez (contrabaixo); Dominique Pifarely (violino); Samuel Blaser (trombone); Ramón López (bateria, percussão) 27 jul (dom), 18h00Branches (Portugal)Susana Santos Silva (trompete, fliscórnio – Porta-Jazz); João Pedro Brandão (saxofones, flauta – Porta-Jazz); Alberto Lopes (cordas, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia); José Alberto Gomes (electrónica – Sonoscopia); Hugo Raro (piano – Porta-Jazz); Henrique Fernandes (contrabaixo, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia); (José Carlos Barbosa: contrabaixo – Porta-Jazz); Gustavo Costa (percussão, instrumentos não-convencionais – Sonoscopia)
Bilhete normal (por sessão): 10,00 € Bilhete estudante, maiores de 65 e Amigos de Serralves (por sessão): 5,00 €
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Dias05-07-2014 - 27-07-2014
Pata Generators é uma das mais recentes configurações do projeto Pata Music do saxofonista e compositor alemão Norbert Stein. Como o próprio nome indica, a fonte de inspiração está na patafísica do dramaturgo, poeta...
Jazz no Parque 2014: Norbert Stein Pata Generators
2014-07-05

Pata Generators é uma das mais recentes configurações do projeto Pata Music do saxofonista e compositor alemão Norbert Stein. Como o próprio nome indica, a fonte de inspiração está na patafísica do dramaturgo, poeta e romancista Alfred Jarry, uma pseudociência / pseudofilosofia (descrita pelo próprio como «ciência de soluções imaginárias») baseada na ideia de paradoxo e de absurdo que marcou a literatura e as artes na primeira metade do século XX (Eugéne Ionesco, Juan Miró, Max Ernst e Marcel Duchamp foram patafísicos assumidos) e continua a ter influência na actualidade. Boris Vian, Soft Machine e Acid Mothers Temple são apenas três exemplos na área da música. Dentro de um formato de jazz de câmara, o quinteto situa-se entre a tradição do jazz e uma abordagem inovadora em que o humor está sempre presente. Norbert Stein Pata Generators (Alemanha / EUA)- Norbert Stein: saxofone tenor - Michael Heupel: flautas - Ryan Carniaux: trompete - Joscha Oetz: contrabaixo - Christoph Haberer: bateria Bilhete normal: 10,00 € Bilhete estudante, maiores de 65 e Amigos de Serralves: 5,00 €
AVISO: Devido às condições meteorológicas, este concerto foi adiado para as 20h00 no Auditório de Serralves.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias2014-07-05
- Preço€ 10,00
CARLOS BICA & AZULCarlos Bica – contrabaixoFrank Mobus –guitarraJim Black – bateria"Things About" é o título do mais recente álbum de Carlos Bica e do seu trio AZUL, editado em Outubro de 2012 pela editora Clean...
JAZZ NO PARQUE: CARLOS BICA & AZUL
2013-07-28

CARLOS BICA & AZUL Carlos Bica – contrabaixo Frank Mobus –guitarra Jim Black – bateria
"Things About" é o título do mais recente álbum de Carlos Bica e do seu trio AZUL, editado em Outubro de 2012 pela editora Clean Feed. Quando se pede a um estrangeiro que indique o nome de um músico português na área do jazz e da música improvisada a resposta dada é muitas vezes… Carlos Bica. Nos mais variados contextos, tem espalhado o perfume do seu contrabaixo e das suas músicas pelas sete partidas do mundo. Entre os vários projectos musicais que lidera e para além das suas participações em outras áreas como o teatro, a dança e o cinema, o seu trio AZUL com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black, tornou-se na imagem de marca do contrabaixista e compositor. Foi com estes dois músicos que fazem já parte integrante da personalidade musical do projecto que Bica inaugurou a sua discografia pessoal – foi em 1996, o álbum chamou-se Azul e o grupo tambem. Com Frank Möbus na guitarra e Jim Black na bateria, o português criou a montra ideal para as suas composições. A formação manteve-se, amadureceu uma identidade musical - que se confunde já com a do próprio Carlos Bica - e foi através dela que o contrabaixista voltou a expor notáveis resultados em 1999, com „Twist", em 2003, com „Look What They've Done To My Song" e em 2006, com "Believer". Pelo meio editou outros álbuns que contribuiram para o enriquecimento da discografia nacional tais como: "Diz", "A Chama do Sol" ou "Single". Passados 15 anos desde a edição do primeiro álbum, Bica volta a reunir em estúdio os seus companheiros de longa data para gravar aquele que será o quinto álbum deste trio, que mantém intacta a formação original, numa empatia rara que tem contribuído para o reconhecimento internacional de Carlos Bica.
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Publico AlvoGeral
- Horário18h00 - 19h30
- Dias2013-07-28
- Preço€ 10,00
A masterclass destina-se a músicos ou interessados de todas as áreas de expressão musical. Pretende-se com esta iniciativa criar um diálogo aberto com o público e tentar responder às mais variadas questões relacionadas com ...
MASTERCLASS COM CARLOS BICA, FRANK MÖBUS E JIM BLACK
2013-07-27

A masterclass destina-se a músicos ou interessados de todas as áreas de expressão musical. Pretende-se com esta iniciativa criar um diálogo aberto com o público e tentar responder às mais variadas questões relacionadas com a prática musical em grupo.Criatividade musical, composição, tocar em grupo, saber escutar, serão entre outros alguns dos temas a abordar. Bica, Möbus e Black irão partilhar as suas experiências individuais e colectivas com o público.
Em 1996 foi editado em Portugal o primeiro álbum de Carlos Bica como bandleader. Um álbum que foi uma lufada de ar fresco no panorama musical português e que teve sérias repercussões a nível internacional apontando novas e possíveis direcções musicais na música instrumental. O álbum chamou-se "Azul" e o grupo também. Com os músicos Frank Möbus e Jim Black, Carlos Bica criou a montra ideal para as suas composições. A formação manteve-se, amadureceu uma identidade musical – que se confunde já com a do próprio Carlos Bica –, e foi através dela que o contrabaixista voltou a expor notáveis resultados em 1999 com Twist; em 2003 com Look What They’ve Done To My Song; em 2006 com Believer e em 2011 com "Things About".
Entrada gratuita. Neste momento as inscrições já se encontram fechadas.
ESMAE - Rua da Alegria, 503-4000-045, Porto
- LocalESMAE - Sala Verde
- Publico AlvoAdultos
- Horário17h00 - 19h00
- Dias2013-07-27
NELSON CASCAIS – Mingus Project
Nelson Cascais – contrabaixoDiogo Duque – trompeteRicardo Toscano – saxofonesVictor Zamora – pianoVasco Furtado – bateriaQuando, há vinte anos atrás, coloquei o vinyl no gira-discos...
JAZZ NO PARQUE: NELSON CASCAIS - THE MINGUS PROJECT
2013-07-21

NELSON CASCAIS – Mingus Project
Nelson Cascais – contrabaixo Diogo Duque – trompete Ricardo Toscano – saxofones Victor Zamora – piano Vasco Furtado – bateria
Quando, há vinte anos atrás, coloquei o vinyl no gira-discos e pela primeira vez escutei o tema Pithecanthropus Erectus algo em mim mudou. Estava ali uma coisa diferente de tudo o que já ouvira, com uma energia, uma intensidade e sonoridade tão particulares que… agarrou-me definitivamente e decidi que seria contrabaixista de Jazz. Considero Charles Mingus um dos mais importantes músicos norte americanos do século XX, uma figura incontornável do jazz que, mais do que um excelente contrabaixista foi, inegavelmente, um genial compositor. A sua extensa obra, criada ao longo de quase seis décadas, fortemente enraizada no Blues e no Gospel, no jazz de Ellington, Bird e Monk, influenciada pela música de Schoenberg e Stravinsky, foi frequentemente veículo de protesto contra causas políticas e raciais, simultaneamente tradicional e vanguardista, doce e agressiva, tal como a sua complexa e instável personalidade. Montar uma banda que homenageasse este génio da música foi um sonho de muitos anos que finalmente realizei contando com um grupo de notáveis jovens músicos que se entregou com todo o fogo e paixão a esta grande aventura: The Mingus Project Nelson Cascais
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Publico AlvoGeral
- Horário18h00 - 19h30
- Dias2013-07-21
- Preço€ 10,00
JOSÉ MENEZES 100 Umbrellas - Viagem Improvisada ao mundo de Erik Satie
José Menezes - saxofonesGonçalo Marques - trompeteMário Delgado - guitarrasCarlos Barretto - contrabaixoJosé Salgueiro - bateriaErik ...
JAZZ NO PARQUE: CONCERTO JOSÉ MENEZES - 100 Umbrellas
2013-07-14

JOSÉ MENEZES 100 Umbrellas - Viagem Improvisada ao mundo de Erik Satie
José Menezes - saxofones Gonçalo Marques - trompete Mário Delgado - guitarras Carlos Barretto - contrabaixo José Salgueiro - bateria
Erik Satie não foi apenas aquele compositor excêntrico, que viveu a maior parte da sua vida num sotão bafiento e que deu títulos improváveis às suas peças. Satie foi um criador visionário que, com extrema elegância e ironia, contornou as regras da música do seu tempo. Manipulando com mestria as expectativas do ouvinte e criando um universo musical e sonoro impensado até aí, a música de Satie tem vindo, desde essa altura, a influenciar transversalmente toda a produção artística. Muitos dos elementos centrais da música de Erik Satie, são-no também, em meu entender, à linguagem da música improvisada. A dissonância, o humor, o gosto pela exploração modal , a imprevisibilidade dos movimentos sonoros, o diálogo constante entre o óbvio e o absurdo são alguns dos elementos através dos quais o projecto "100 UMBRELLAS " faz a ponte entre a música de Satie e o Jazz contemporâneo. Não será difícil imaginar Satie e Monk conversando à mesma mesa num café de Paris. Não será difícil imaginar Satie com os dedos afundados no velho piano de um qualquer clube de Jazz. Imaginemos…. José Menezes
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Publico AlvoGeral
- Horário18h00 - 19h30
- Dias2013-07-14
- Preço€ 10,00
Na sua 22ª edição, o cartaz de JAZZ NO PARQUE propõe ao seu público um múltiplo desafio: persistir na descoberta de novos projectos musicais; sugerir pistas de reflexão e alerta para algumas das questões importantes que in...
Jazz no Parque 2013, 22ª edição
DE 2013-07-14 a 2013-07-28

Na sua 22ª edição, o cartaz de JAZZ NO PARQUE propõe ao seu público um múltiplo desafio: persistir na descoberta de novos projectos musicais; sugerir pistas de reflexão e alerta para algumas das questões importantes que invadem o palco contemporâneo do jazz que se faz em Portugal; resistir a qualquer ideia de conformismo e desistência face às circunstâncias que marcam o nosso actual dia a dia. Em consonância com um dos genes do Jazz no Parque – que desde sempre fez questão de juntar em cartaz e em igualdade de condições os melhores projectos protagonizados por músicos portugueses com os melhores grupos internacionais – a presente edição privilegia os projectos nacionais, proporcionando aos seus autores e actores um dos palcos portugueses mais prestigiados para a apresentação do seu trabalho e incentivo à perseverança no processo criativo, sempre mais difícil em momentos de crise profunda. A apresentação do projecto "100 Umbrellas”, um trabalho do saxofonista José Menezes sobre a música de Erik Satie, permite sublinhar dois aspectos cruciais da realidade jazzística portuguesa – a experimentação, por um lado, e, por outro, a frequente clandestinidade a que esse trabalho exploratório é cruelmente votado por falta de oportunidades. "Mingus Project”, liderado pelo contrabaixista Nelson Cascais remete para um alicerce essencial do jazz – a renovação geracional e a aprendizagem musical, na dupla vertente académica e vivencial. Professor na ESML, Cascais juntou em torno da insubstituível herança musical de um dos maiores autores do jazz, Charles Mingus, alguns dos seus mais brilhantes alunos, cujos nomes são, hoje, garantes da sempre imprescindível passagem de testemunho. Uma renovação tanto mais profunda e acelerada quanto construída na partilha diária, musical e humana, da experiência acumulada pelos músicos "veteranos”. Jazz no Parque 2013 encerra com o "Trio Azul” de Carlos Bica. Uma presença que evoca uma realidade histórica que, em todas as latitudes, ajudou a forjar e a cimentar, de forma decisiva, a universalidade do jazz – a migração artística intercontinental que levou, primeiro, os jazzmen dos EUA à Europa (e depois à Asia) e, posteriormente, os músicos europeus às Américas. Ou não fosse Carlos Bica um raro exemplo do músico de jazz português "exilado” na Europa (Alemanha), onde veio a afirmar-se como líder do seu próprio trio internacional (com um músico alemão e outro norte-americano).
Programação: António Curvelo
- LocalTénis do Parque de Serralves
- Horário18h00 - 19h00
- Dias14-07-2013 - 28-07-2013
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