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Exposições
MANOEL DE OLIVEIRA - EXPOSIÇÃO PERMANENTE DE 2019-06-25 a 2020-06-25
Esta exposição apresenta duas abordagens distintas do cinema de Manoel de Oliveira. Um videowall interativo propõe um percurso através da globalidade da obra do realizador. Organizados numa cronologia que é, por s...
MANOEL DE OLIVEIRA - EXPOSIÇÃO PERMANENTE
DE 2019-06-25 a 2020-06-25
![]() Esta exposição apresenta duas abordagens distintas do cinema de Manoel de Oliveira. Um videowall interativo propõe um percurso através da globalidade da obra do realizador. Organizados numa cronologia que é, por si só, representativa do modo como esta obra evolui ao longo de mais de oito décadas de trabalho, são apresentados diferentes núcleos de documentação relacionados com cada um dos títulos da filmografia de Oliveira. Sequências fílmicas, fotografias, textos, guiões, correspondência, desenhos preparatórios e uma ampla seleção de outros documentos abrem pistas de leitura e contextualizam algumas das questões-chave, dos processos criativos e das opções temáticas e formais que marcam a singularidade desta obra. Num segundo dispositivo, composto por cinco projeções simultâneas e sincronizadas, testam-se possibilidades de apresentação de materiais cinematográficos em contexto expositivo. A espacialização das imagens promove um confronto entre planos e sequências que, como exercício de análise e recomposição, pretende explorar aproximações, ressonâncias entre diferentes momentos de um mesmo filme e, desse modo, explicitar algumas das particularidades formais do cinema de Manoel de Oliveira. Sendo permanente, esta exposição pretende ser, também, uma exposição dinâmica. Além de funcionar como um repositório das atividades desenvolvidas pela Casa do Cinema em torno da obra de Manoel de Oliveira, a exposição será permanentemente renovada e reconfigurada, disponibilizando múltiplas visões do cinema do realizador. Actividades Relacionadas
Visitas Orientadas
14 JUL | 12H00 António Preto 29 SET | 12H00 Ricardo Vieira Lisboa 13 OUT | 12h00 Nuno Grande 27 OUT | 12h00 Regina Guimarães
Ciclo de Cinema: Portas Abertas
PT | 203 min. PT | 115 min. PT, FR | 93 min. PT | 106 min. FR | 88 min. PT | 261 min. PT | 96 min. FR | 95 min. 18 JUL | 16h00 | Porto da Minha Infância, 2001PT | 60 min. 19 JUL | 16h00 | Je rentre à la maison, 2001FR, EN | 89 min. 21 JUL | 16h00 | A Divina Comédia, 1991PT | 140 min. PT | 19 min. PT | 76 min. FR | EN | PT | GR | 91 min. 25 JUL | 16h00 | O Princípio da Incerteza, 2002PT | 133 min. PT | 137 min. PT | 167 min. Todos os filmes serão apresentados na sua língua original e legendados em inglês.
OLAFUR ELIASSON - O V/NOSSO FUTURO É AGORA DE 2019-07-31 a 2020-09-27
Olafur Eliasson é conhecido por criar obras de arte que atravessam as fronteiras dos espaços de exposição convencionais - como o museu e a galeria - para assumirem uma presença ativa no espaço cívico. Nesta exposiçã...
OLAFUR ELIASSON - O V/NOSSO FUTURO É AGORA
DE 2019-07-31 a 2020-09-27
![]() Olafur Eliasson é conhecido por criar obras de arte que atravessam as fronteiras dos espaços de exposição convencionais - como o museu e a galeria - para assumirem uma presença ativa no espaço cívico. Nesta exposição em Serralves, Eliasson convida os visitantes a viajarem através de uma série de instalações e de esculturas recentemente criadas, de grande escala que ao invocarem ciclos, arcos e curvas incorporam movimento. Colocadas ao longo do hall do Museu, na galeria central do edifício projetado por Siza e no Parque de Serralves, as obras de arte vão buscar a sua inspiração a fenómenos da natureza. A Yellow Forest (Floresta amarela), 2017, um grupo circular de bétulas iluminadas por um anel de lâmpadas de monofrequência amarelas, desafia as perceções do natural e do artificial. Um grande pavilhão, The curious vortex (Curioso vórtice), 2019, com um turbilhão na forma de um vórtice. E três novas esculturas, Human time is movement ((winter, spring, summer)) (O Tempo Humano é Movimento (Inverno, Primavera e Verão)), 2019, formadas por uma série de espirais de aço inoxidável, preto e branco, concebidas especialmente para esta exposição em Serralves. "Vórtices, ciclos, espirais e correntes compõem O V/NOSSO FUTURO É AGORA – estão presentes nos troncos flutuantes, nas esculturas e no pavilhão instalado no exterior; nos anéis flutuantes e no bosque circular de árvores com folhas estranhamente amarelas no interior. Espero que na sua viajem através desta exposição sinta estes movimentos a um nível visceral e sinta como as trajetórias individuais de cada elemento se cruzam e se afetam umas às outras. ”- Olafur Eliasson Com o objetivo de fomentar o diálogo entre o interior e o exterior, a seleção de obras reflete a já de si forte relação que a Fundação de Serralves desenvolveu entre o ambiente construído - um edifício concebido pelo vencedor do Prémio Pritzker, Álvaro Siza Vieira - e um Parque envolvente que constitui um contributo significativo para a educação e consciencialização da sociedade para a importância da proteção do património paisagístico e a necessidade de conciliar espaços que são eles próprios um património com manifestações e processos culturais determinados pela sociedade contemporânea, sem prejudicar a sua integridade e permanência. O reconhecimento da singularidade do Parque de Serralves levou a que tivesse conquistado o Henry Ford Prize para a preservação do ambiente em 1997 e, mais recentemente, em 2012 (juntamente com o Museu concebido por Álvaro Siza e a Casa art deco) sido classificado pelo governo português como Monumento Nacional. Em 2015, a editora Phaidon incluiu os jardins de Serralves no livro The Gardener's Garden uma seleção dos 250 jardins mais notáveis do mundo, indicado por um painel internacional de especialistas e que agora acolhem a genialidade de Olafur Eliasson. Olafur Eliasson: O vosso/nosso futuro é uma exposição organizada pela Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea de Serralves em parceria com o Studio Olafur Eliasson, Berlim, neugerriemschneider, Berlim, e a Galeria Tanya Bonakdar, Nova Iorque / Los Angeles, e é comissariada por Philippe Vergne, Marta Moreira de Almeida e Filipa Loureiro, com Caroline Eggel no Estúdio OIafur Eliasson . Encerramento da exposição no Museu: 8 de março 2020 Encerramento da exposição no Parque: 27 de setembro 2020 ![]() Olafur Eliasson (n.1967) cresceu na Islândia e na Dinamarca. Em 1995, fundou o Studio Olafur Eliasson em Berlim, que hoje conta com mais de cem colaboradores, incluindo artesãos, arquitetos, arquivistas, investigadores, cozinheiros, programadores, historiadores de arte e técnicos especializados. Desde meados da década de 1990, Eliasson realizou várias grandes exposições e projetos em todo o mundo. Em 2003, o projeto The Weather, instalado no Turbine Hall da Tate Modern, foi visto por mais de dois milhões de pessoas; a sua exposição Individual In the real life inaugurou no prédio Blavatnik da Tate Modern em julho de 2019. Os projetos de Eliasson em espaço público incluem o Serpentine Gallery Pavilion 2007, projetado com Kjetil Thorsen para o Kensington Garden de Londres; The New York City Waterfalls, 2008; e Ice Watch, para o qual Eliasson e o geólogo Minik Rosing transportaram enormes blocos de gelo glacial da Groenlândia para Copenhaga (2014), Paris (2015) e Londres (2018) para aumentar a consciencialização sobre as mudanças climáticas. Em 2012, Eliasson fundou um negócio de cariz social Little Sun, e em 2014, ele e o arquiteto Sebastian Behmann fundaram o Studio Other Spaces, um escritório de arte e arquitetura.
Actividades Relacionadas
INAUGURAÇÃO 05 SET | QUI | 22H00
VISITAS ORIENTADAS
08 SET | Dom | 12h00 Por Constança Amador, educadora Mais informação aqui 12 OUT | Sáb | 15h30 Por Laredo, Associação Cultural (Língua Gestual Portuguesa) 24 NOV | Dom | 12h00 Por Paulo Jesus, educador 19 JAN | Dom | 12h00 Por Paulo Jesus, educador 08 MAR | Dom | 12h00 Por Paulo Jesus, educador
CONFERÊNCIAS
24 JAN | Qui | 18h30 Por Daniel Birnbaum, diretor da Acute Art 08 FEV | Sáb | 17h00 Por Étienne Ghys, diretor de pesquisa do Centre National de La Recherche Scientifique
PAULA REGO. O GRITO DA IMAGINAÇÃO. DE 2019-10-25 a 2020-06-28
O núcleo de obras de Paula Rego na Coleção de Serralves, realizadas entre 1975 e 2004, é o ponto de partida para a concretização de uma exposição monográfica intitulada "Paula Rego. O Grito da Imaginação”. Esta ...
PAULA REGO. O GRITO DA IMAGINAÇÃO.
DE 2019-10-25 a 2020-06-28
![]() O núcleo de obras de Paula Rego na Coleção de Serralves, realizadas entre 1975 e 2004, é o ponto de partida para a concretização de uma exposição monográfica intitulada "Paula Rego. O Grito da Imaginação”. Esta mostra traz a artista de volta a Serralves depois da referencial exposição que o Museu organizou em 2004. A exposição que agora se apresenta habita a Casa de Serralves e reúne trabalhos representativos de vários períodos da obra desta autora que definiu um novo paradigma na pintura portuguesa contemporânea. "Paula Rego. O Grito da Imaginação” integra também duas séries de gravuras, "Pendle Witches” (1996) e "Shakespeare’s Room” (2006) do espólio da Casa das Histórias Paula Rego (e propriedade da Câmara Municipal de Cascais), reforçando o pano de fundo desta mostra que incide sobre a capacidade da arte, nomeadamente na sua vertente figurativa, revelar universos onde a surpresa e o espanto se ancoram nos mais básicos e fundamentais anseios da sociedade contemporânea, do papel da mulher nesse universo e, finalmente, da capacidade da arte questionar o quotidiano. Exposição organizada pela Fundação de Serralves – Museu de Arte Contemporânea e comissariada por Marta Moreira de Almeida. Imagem: Filipe Braga, © Fundação de Serralves, Porto. ![]() ![]() Actividades Relacionadas
PENSAMENTO
10 NOV (DOM) 12h00 Por Filipa Godinho e Andreia Coutinho, educadoras 15 DEZ (DOM) 12h00 Por Joana Mendonça, educadora Mais informação aqui. 12 JAN (DOM) 12h00 Por Raquel Correia, educadora Mais informação aqui. 18 JAN (SÁB) 15h30 09 FEV (DOM) 12h00 Por Raquel Correia, educadora Mais informação aqui. 23 FEV (DOM) 12h00 Por Raquel Correia, educadora Mais informação aqui. 12 FEV (QUA) 19h00 Conversa com Catarina Alfaro, coordenadora de Programação e Conservação da Casa das Histórias Paula Rego e Cécile Debray, diretora do Musée de L’Orangerie.
CINEMA
15 JAN (QUA) 21h30 "Paula Rego, Histórias & Segredos”, com apresentação de Nick Willing
A FLORESTA DE 2019-12-08 a 2020-12-31
As florestas constituem ecossistemas terrestres fundamentais para a sustentabilidade global. Com a maior diversidade do mundo, conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução. A sua gestão responsável contr...
A FLORESTA
DE 2019-12-08 a 2020-12-31
![]() As florestas constituem ecossistemas terrestres fundamentais para a sustentabilidade global. Com a maior diversidade do mundo, conservam o património de milhares de milhões de anos de evolução. A sua gestão responsável contribui para: redução de riscos decorrentes das alterações climáticas e pressão sobre as florestas naturais; fornecimento de serviços ambientais determinantes à vida na Terra; criação de madeira industrial e fibras destinadas a produtos tradicionais; soluções inovadoras em bio produtos; interligação de ecossistemas fragmentados; retenção global de carbono; conservação da biodiversidade, dos serviços ambientais e do bem estar dos seres vivos; controlo de cheias e secas; redução do risco de erosão e proteção de bacias hidrográficas; oferta de alimentos e energia renovável de suporte às necessidades humanas. Esta exposição convida-nos a conhecer o complexo ecossistema chamado Floresta, numa viagem aos segredos que guardam e nos contam. Horário de visita: SÁB & DOM: público geral SEG a SEX: Visitas para a comunidade educativa ![]() Actividades Relacionadas
ESTÁS AQUI | VINTE ANOS DE ARTES PERFORMATIVAS EM SERRALVES DE 2019-12-18 a 2020-07-12
A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos ...
ESTÁS AQUI | VINTE ANOS DE ARTES PERFORMATIVAS EM SERRALVES
DE 2019-12-18 a 2020-07-12
![]() A exposição assinala os 30 anos da Fundação e os 20 anos do Museu de Serralves, apresentando a programação do Serviço de Artes Performativas entre 1999 e a atualidade. Nasceu e desenvolveu-se através de compromissos entre objetivos aparentemente inconciliáveis: por um lado, a necessidade de apresentar dados concretos (nomes, datas, imagens) que mostrassem onde, como e quando se apresentaram determinados artistas, e refletissem o caráter pioneiro da importância conferida às artes performativas por parte de Serralves; por outro lado, traduz aquilo que parece distinguir imediatamente estas artes: a implicação do espectador, o espírito eminentemente colaborativo, o "aqui e agora”, por oposição ao "isto foi”. Os compromissos passaram por expor documentação e permitir aos seus visitantes saber quem se apresentou em Serralves (e quando, como e onde), ao mesmo tempo que se apresentam elementos que convocavam o tal "aqui e agora”. A documentação foi incorporada através de um processo de colaboração: uma vez selecionadas pelos programadores Cristina Grande e Pedro Rocha as imagens e palavras que melhor ilustrassem os últimos vinte anos da sua programação (entre fotografias de cena e materiais gráficos que anunciavam e acompanhavam as atividades), foi pedido a um designer gráfico, Luís Teixeira, que concebesse um livro que nunca seria publicado, cujas páginas seriam exclusivamente apresentadas nas paredes da Biblioteca de Serralves, juntamente com filmagens de espetáculos e adereços a que os referidos programadores reconheceram especial importância. Ao mesmo tempo, decidiu-se ocupar uma área considerável do mezanino da biblioteca com um objeto que convocasse imediatamente a ideia de teatro e que conseguisse "ativar” o espectador: um pequeno palco à espera de ser ocupado. O visitante pode e deve sentar-se para ler (textos sobre a programação, livros incontornáveis para se entenderem atualmente as artes performativas) e, muito importante, para ouvir testemunhos e memórias de espetáculos escritos por cúmplices especialmente atentos à programação de artes performativas de Serralves — entre artistas, músicos, escritores e atuais ou antigos diretores e programadores de teatros e festivais de música e de performance — e depois lidos por dois atores. Estes testemunhos vieram conciliar o inconciliável: as memórias de determinados espetáculos, ou de concertos e performances — obrigatoriamente subjetivas, incompletas, fragmentárias — constituem o necessário contraponto aos dados, datas, cronologias, documentação. É em grande medida graças a eles que esta exposição não é apenas sobre "o que foi”; também é agora, e também é aqui. Curadoria: Cristina Grande, Ricardo Nicolau e Pedro Rocha Todos os dias exceto sábados, domingos e feriados. Actividades Relacionadas
ELECTRIC | A VIRTUAL REALITY EXHIBITION DE 2020-01-25 a 2020-08-30
Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio d...
ELECTRIC | A VIRTUAL REALITY EXHIBITION
DE 2020-01-25 a 2020-08-30
![]() Electric é uma exposição de realidade virtual, comissariada por Daniel Birnbaum e organizada pela Acute Art. Nela se apresenta uma seleção de trabalhos de artistas emergentes e consagrados, que exploram este novo meio de ângulos radicalmente diferentes. Electric inaugurou em maio de 2019 na Frieze de Nova Iorque como mostra coletiva, reunindo obras do Städelschule Architecture Class (SAC), de Anish Kapoor, R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg. Acute Art é uma organização que junta artistas internacionais, novos meios e tecnologias para produzir obras visuais de grande qualidade e promover exposições em instituições artísticas de renome a nível internacional. Recentemente, foram expostos trabalhos desta plataforma em Londres, Basileia, Moscovo e Veneza. O objetivo da Acute Art é produzir e apresentar obras de realidade virtual, realidade aumentada e realidade mista que sejam acessíveis, inteligíveis e que possam ser expostas sem ser necessário recorrer a complexas infraestruturas. The Third Glass [O terceiro vidro], um objeto espaço-digital da SAC baseado na obra seminal de Marcel Duchamp The Large Glass [O grande vidro], é a lente ideal através da qual se podem ver estes diferentes trabalhos, uma metáfora perfeita para as novas possibilidades da arte. Em + x, Chapter 34, R. H. Quaytman recorre à imagética oculta da artista Hilma af Klint — concebida para conduzir o observador a diferentes níveis de consciência para além dos que conhecemos do ilusionismo bidimensional e da realidade tridimensional — para criar vislumbres de outro universo. Anish Kapoor, R. H. Quaytman, Nathalie Djurberg & Hans Berg usam a realidade virtual como forma de levar a sua prática para uma nova dimensão. Construídas a partir de motivos e técnicas recorrentes nas respetivas obras dos artistas, estas experiências imersivas levam o observador por percursos desconcertantes através de mundos fictícios. Adaptado para Serralves, o projeto integra ainda uma obra de Olafur Eliasson, artista atualmente em exposição no Museu e no Parque de Serralves, e uma obra em Realidade Aumentada de Koo Jeong A, apresentada no Parque de Serralves. EXCERTOS DAS OBRAS: Mecenas da Exposição
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ORIENT EXPRESS – VIAGEM DE RETORNO DE 2020-01-31 a 2020-07-19
A exposição Orient Express: Viagem de Retorno dá a conhecer o processo de estudo, construção e execução de importantes projetos de Álvaro Siza e Carlos Castanheira na Ásia, através de esquissos, desenhos, maquetas,...
ORIENT EXPRESS – VIAGEM DE RETORNO
DE 2020-01-31 a 2020-07-19
![]() A exposição Orient Express: Viagem de Retorno dá a conhecer o processo de estudo, construção e execução de importantes projetos de Álvaro Siza e Carlos Castanheira na Ásia, através de esquissos, desenhos, maquetas, esculturas, fotos e vídeos. Ao longo de cerca trinta anos foi criado um espólio de maquetes e outras peças que foram usadas em exposições da Obra do arquiteto Álvaro Siza. A maioria das exposições onde este material expositivo foi usado, ou exposto, teve a curadoria do arquiteto Carlos Castanheira que o mantinha à sua guarda. Muitas destas peças, em especial maquetes de madeira e maquetes de cartão foram emprestadas para muitas outras exposições organizadas e curadas em todo o mundo, como por exemplo as que fazem parte da exposição (in)Disciplina patente no Museu de Serralves. Estando o Museu de Serralves a criar e a organizar atividades, assim como um Arquivo de Arquitetura, pareceu a Álvaro Siza e a Carlos Castanheira que é o momento indicado para entregar ao cuidado do Museu de Serralves a guarda, restauro e gestão de todas essas peças. Em 2019 procedeu-se ao transporte, entrega, avaliação, inventariação e depósito do referido material. No início de 2020, em especial as maquetes, serão alvo de limpeza e restauro de modo a que estejam disponíveis para o empréstimo, para a consulta e análise de estudiosos mas também do público em geral. Com este espólio pretende-se que seja possível criar melhores condições para a divulgação, interpretação e discussão da Arquitetura como uma Arte essencial e fundamental ao bem-estar e evolução da Humanidade. Imagem: Esquisso Álvaro Siza. Coleção Arqt. Carlos Castanheira. Apoio: FAMO, HENRIQUES & RODRIGUES, NORPRINT e PORTILAME Estudou Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, entre 1949 e 1955, sendo a sua primeira obra construída em 1954. Foi colaborador do Prof. Fernando Távora, entre 1955 e 1958. Ensinou na ESBAP entre 1966 e 1969; reingressou em 1976 como Professor Assistente de "Construção". Foi Professor Visitante na Escola Politécnica de Lausanne, na Universidade de Pensilvânia, na Escola de Los Andes em Bogotá, na Graduate School of Design of Harvard University, como "Kenzo Tange Visiting Professor. Leccionou na Faculdade de Arquitectura do Porto. Exerce a profissão na cidade do Porto. Convidado a participar em concursos internacionais, obteve o primeiro lugar em Schlesisches Tor, Kreuzberg, Berlim (já construído), na recuperação do Campo di Marte, Veneza (1985), na Remodelação e Ampliação do Casino e Restaurante Winkler, Salzburgo (1986); Centro Cultural de La Defensa em Madrid (com José Paulo Santos) (1988/89); Museu J. Paul Getty, Malibu, Califórnia (com Peter Testa) (1993); Estudo para a Sala da Pietà Rondanini, Castello Sforzesco, Milão (1999); Plano Especial Recoletos-Prado, Madrid (com Juan Miguel Hernandez Leon e Carlos Riaño) (2002); Hospital de Toledo, Coruña (Taller de Arquitectura Sánchez-Horneros) (2003); Ciudad del Flamenco Xerez de la Frontera (com Juan Miguel Hernandez Leon) (2003); Atrio de La Alhambra, Granada (com Juan Domingo Santos) e Concurso de ideias para a realização da "Città dell’Arte e della Musica” e do ”Parco delle Cave" (2010). A Secção Portuguesa da Associação Internacional de Críticos de Arte atribuiu-lhe o Prémio de Arquitectura do Ano (1982). Em 1988 recebeu a Medalha de Ouro de Arquitectura do Conselho Superior do Colégio de Arquitectos de Madrid, a Medalha de Ouro da Fundação Alvar Aalto, o prémio Prince of Wales da Harvard University e o Prémio Europeu de Arquitectura da Comissão das Comunidades Europeias/Fundação Mies van der Rohe. Em 1992 foi-lhe atribuído o Prémio Pritzker da Fundação Hyatt de Chicago pelo conjunto da sua obra. Em 1995, a Medalha de Ouro atribuída pela Nara World Architecture Exposition. Em 1996, recebeu o Prémio Secil de Arquitectura. Em 1998, recebeu o Arnold W. Brunner Memorial Prize pela American Academy of Arts and Letters, de Nova Iorque; o Praemium Imperiale pela Japan Art Association, de Tóquio, e a Medalha de Ouro do Circulo de Bellas Artes de Madrid. Em 2000, a Fondazione Frate Sole, de Pavia, atribuiu-lhe o Premio Internazionale di Architettura Sacra. Em 2001, recebeu o Prémio das Artes pela Fundação Wolf em Israel. Em 2002 recebe o Leão de Ouro de Veneza (melhor projecto) pela Bienal de Veneza. Em 2004, recebe o Grande Prémio de Urbanismo 2005, pelo Ministère de l’Équipement des Transports de l’Aménagement du Territoire du Tourisme et de la Mer de Paris; o Prémio de Arquitectura de Granada pelo Colégio de Arquitectos de Granada. Em 2009, recebe a Medalha de Ouro Real 2009 pela Royal Institute of British Architects de Londres. Em 2010, recebe o Prémio Fundación Cristóbal Gabarrón – Artes 2010. Em 2011, recebe a Medalha de Ouro da UIA em Tóquio. Em 2012, recebe o Prémio Honorifico AR&PA 2012 pela Consejeria de Cultura y Turismo de Junta de Castilla y León de Valladolid. Em 2014, recebe o Prémio MCHAP, pelo Illinois Institute of Technology College of Architecture em Chicago E o Fritz-Höger-Preis 2014 da Alemanha. Em 2015, recebe o prémio pelo melhor edifício do Ano pelo Archdaily; o prémio Vida e Obra pela Sociedade Portuguesa de Autores; "Prémio Design Outstanding Contribution Award" na ocasião da exposição Macau International Design. Em 2017, Prémio Valomor e Municipal de Arquitectura , Câmara Municipal de Lisboa, em co-autoria com o Arq. Álvaro Siza com o projecto de alteração dos Terraços do Convento do Carmo, Largo do Carmo, Lisboa. Curso de Arquitetura da Escola Superior de Belas Artes da Universidade do Porto 1976-1981. Viveu em Amsterdão de 1981 a 1989, onde trabalhou como arquiteto e frequentou o Curso de Arquitetura da Academie Voor Bouwkunst Van Amsterdam. Em 1993 cria o escritório de arquitetura Carlos Castanheira & Clara Bastai, Arquitectos Ldª com a arquiteta Maria Clara Bastai. Desenvolvendo a sua atividade essencialmente no campo das obras privadas, tem participado em júris de concursos de arquitetura, conferências, orientando cursos, comissariado e organizado exposições, editando e publicando livros e catálogos. Desde estudante que colabora com o arquiteto Álvaro Siza em projetos em Portugal, mas sobretudo no Estrangeiro. Em 2005 recebeu o Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira – PNAM com a Casa do Avenal. Em 2011 recebeu o Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira - PNAM, com a Casa de Adpropeixe, no mesmo ano recebe a Menção Honrosa do Prémio Nacional de Arquitectura em Madeira – PNAM com a Adega Casa da Torre. Em 2015 recebe em co-autoria com o Arq. Álvaro Siza o Prémio Internacional Archdaily - Office Building of the Year 2015 com o Building on the Water - Shihlien Chemical. Neste mesmo ano recebe o Prémio Best Wine of Tourism 2015 – Vencedor regional na categoria de Arquitectura e Paisagem com a Adega Quinta da Faísca e a Menção Honrosa pela Qualidade Estrutural da Obra do Prémio Nacional da Arquitectura em Madeira - PNAM com o projecto do Centro Equestre do Cabo do Mundo. Em 2016 o projecto Building on Water - Shihlien Chemical - é nomeado para o Archmarathon Awards. Em 2016, projecto finalista do Prémio na Plataforma Archdaily, na categoria de Desporto, com o Centro Equestre do Cabo do Mundo. Em 2017 recebe o Prémio Valmor e Municipal de Arquitectura em co-autoria com o Arq. Álvaro Siza com o projecto Terraços do Convento do Carmo. Pedro Bandeira (1970), arquiteto (FAUP 1996), é Professor Associado na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho e membro investigador do Lab2PT. Autor de diversas publicações no âmbito da cultura arquitetónica e é também coeditor da série Fascículos de Fotografia da editora Pierrot le Fou. Na qualidade de curador colaborou com instituições como a Casa da Arquitetura, a Trienal de Arquitetura de Lisboa, a Câmara Municipal do Porto ou o CIAJG. Em 2015 foi galardoado com o Prémio de Crítica de Arquitetura da AICA/Fundação Carmona e Costa. Representou Portugal nas bienais de arquitetura de Veneza (2004) e de São Paulo (2005). O seu mais recente projeto de uma Casa Rotativa em Coimbra foi nomeado para o Prémio Mies van der Rohe 2019.
Actividades Relacionadas
INAUGURAÇÃO | 30 JAN (QUI)
18h00 Assinatura do contrato de depósito 18h30 Conversa entre o arq. Álvaro Siza e o arq. Carlos Castanheira sobre os seus trabalhos na Ásia, com moderação do arq. Pedro Bandeira (auditório)* 19h30 Inauguração e visita guiada à exposição *Mediante levantamento de bilhete no dia e sujeito à lotação do espaço.
VISITAS ORIENTADAS
16 FEV (DOM) às 12h00 Por João Almeida e Silva, educador 29 MAR (DOM) às 12h00 Por Inês Caetano, educadora
ARTHUR JAFA DE 2020-02-21 a 2020-09-27
Uma série de prestações absolutamente improváveis, porém extraordinárias (com Ming Smith, Frida Orupabo e Missylanyus)Arthur Jafa, vencedor do Leão de Ouro da Bienal de Veneza 2019, é um reconhecido diret...
ARTHUR JAFA
DE 2020-02-21 a 2020-09-27
![]() Uma série de prestações absolutamente improváveis, porém extraordinárias (com Ming Smith, Frida Orupabo e Missylanyus) Arthur Jafa, vencedor do Leão de Ouro da Bienal de Veneza 2019, é um reconhecido diretor de fotografia e realizador de cinema. Nesta exposição em Serralves apresenta trabalhos que vem realizando enquanto artista visual nas últimas duas décadas. Em filme, fotografia e escultura, a obra de Jafa revela o papel determinante da raça, do género e da classe social na cultura popular dominante e nos meios de comunicação dentro e fora dos Estados Unidos. De Spike Lee e Stanley Kubrick a Beyoncé e Solange, Arthur Jafa tem colaborado com muitos cineastas, artistas e músicos notáveis. Para esta exposição, Jafa convidou a fotógrafa Ming Smith e a artista visual Frida Orupabo, e nela incorporou materiais de Missylanyus disponibilizados no canal YouTube para criar uma experiência audiovisual que é ao mesmo tempo uma reflexão política e uma perspetiva visionária. Curadoria de Amira Gad e Hans Ulrich Obrist Exposição apresentada em parceria com as Serpentine Galleries Image: Arthur Jafa, Monster, 1988. Courtesy of the artist and Gavin Brown’s Enterprise, New York/Rome Actividades Relacionadas
CONVERSA
21 FEV (SEX) | 19H
CINEMA | CICLO ARTHUR JAFA THE DARK MATTER OF BLACK CINEMA
CAPÍTULO I: MADE IN AMERICA / MAKING AMERICA BODY AND SOUL Oscar Micheaux FOUR WOMEN Julie Dash SCORPIO RISING Kenneth Anger HANDSWORTH SONGS John Akomfrah DAUGHTERS OF THE DUST Julie Dash BUSH MAMA Haile Gerima DIARY OF AN AFRICAN NUN Julie Dash SWEET SWEETBACK’S BAADASSSSS SONG Melvin van Peebles IT SEEMS TO HANG ON Kevin Jerome Everson KILLER OF SHEEP Charles Burnett I & I: AN AFRICAN ALLEGORY Ben Caldwell LA JETÉE Chris Marker URBAN RASHOMON Khalik Allah PASSING THROUGH Larry Clark A GOOD DAY TO BE BLACK AND SEXY Dennis Dortch CHASING THE MOON Dawn Suggs THE CRY OF JAZZ Edward Bland SEVEN SONGS FOR MALCOLM X John Akomfrah 2001: A SPACE ODYSSEY Stanley Kubrick ALIEN Ridley Scott AFRONAUTS Frances Bodomo GANJA & HESS Bill Gunn MOI, UN NOIR Jean Rouch ROUCH IN REVERSE Manthia Diawara UNIVITELLIN Terence Nance NOTHING BUT A MAN Michael Roemer 10 MAI | DOM | 17H00 APPUNTI PER UN’ORESTIADE AFRICANA UNTIL THE QUIET COMES Khalil Joseph Hughes Brothers SAUVE QUI PEUT (LA VIE) Jean-Luc Godard SLOWLY, THIS DEASHOTTEN 1.0 Com Malik Sayeed CASSOWARY: MECHANICS OF EMPATHY ADRIAN YOUNGE: NEW SOUL REBEL Com Malik Sayeed AKINGDONCOMETHAS JAY Z 4:44 Com Elissa Blount-Moorhead, Malik Sayeed BEGINNINGS DREAMS ARE COLDER THAN DEATH
A VIDA COMO ELA É | LOURDES CASTRO NA COLEÇÃO DE SERRALVES DE 2020-05-18 a 2020-10-18
Esta exposição apresenta trabalhos de Lourdes Castro (Funchal, 1930) produzidos desde a década de 1960, em diversos meios – edições, desenho, bordados, plexiglass –, em nome próprio e com outros artistas, que subli...
A VIDA COMO ELA É | LOURDES CASTRO NA COLEÇÃO DE SERRALVES
DE 2020-05-18 a 2020-10-18
![]() Esta exposição apresenta trabalhos de Lourdes Castro (Funchal, 1930) produzidos desde a década de 1960, em diversos meios – edições, desenho, bordados, plexiglass –, em nome próprio e com outros artistas, que sublinham a importância na sua prática artística das colaborações e da relação entre arte e quotidiano. Artista ligada originalmente ao movimento francês nouveau réalisme – que enfatizava a relação da arte com a realidade, nomeadamente com as paisagens visuais das cidades, crescentemente saturadas de signos, e com a acumulação de objectos cuja obsolescência é depois da II Grande Guerra cada vez mais rápida –, Lourdes Castro construirá ao longo do seu percurso uma obra irredutivelmente singular, ligada às silhuetas e às sombras. Na exposição poder-se-ão ver, além da revista KWY (1958–1963) e da obra que realizou com Francisco Tropa para a Bienal de São Paulo de 1998 – exemplos da referida importância do trabalho colaborativo –, trabalhos contextualizados pelo nouveau réalisme – colagens e assemblagens de objectos do quotidiano pintados com tinta de alumínio; cartazes que anunciam exposições e teatros de sombras (estreita colaboração com Manuel Zimbro) dominados por aquele que seria, a partir de meados da década de 1960 o seu tema de eleição – a Sombra; obras em plexiglass, bordados em lençóis de sombras deitadas e a série de desenhos Sombras à volta de um centro, realizada em dois períodos, em Paris (1980) e na Madeira 1984/87, e apresentada na exposição da artista em 2003 no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Estes desenhos, na sua simplicidade e na sua evidência – neles vemos as sombras de várias flores e plantas (Camélia, Gerânios, Lilases, Malmequeres, Miosótis, Narcisos, Primaveras, Rosas, Salsa, Túlipas, folhas de palmeira, entre outras) de uma forma tão natural que exclui quaisquer esforços, habilidades –, revelam a vontade, por parte da artista de ver "sempre pela primeira vez e em primeira mão”. Estes desenhos constituem – além de uma espécie de diário íntimo de Lourdes Castro com as plantas e as flores –, um tratado sobre a atenção, sobre estar inteiramente presente no "aqui e agora”. São por isso mesmo testemunhos de uma "eternidade efémera”, e da relação da arte com A vida como ela é. Imagem: Rita Burmester, © Fundação de Serralves, Porto. Actividades Relacionadas
YOKO ONO | O JARDIM DA APRENDIZAGEM DA LIBERDADE DE 2020-05-30 a 2020-11-15
Yoko Ono: O jardim da aprendizagem da liberdade é uma vasta exposição dedicada ao trabalho da icónica artista Yoko Ono, que reúne objetos, obras em papel, instalações, performances, gravações em áudio e filmes, al&...
YOKO ONO | O JARDIM DA APRENDIZAGEM DA LIBERDADE
DE 2020-05-30 a 2020-11-15
![]() Yoko Ono: O jardim da aprendizagem da liberdade é uma vasta exposição dedicada ao trabalho da icónica artista Yoko Ono, que reúne objetos, obras em papel, instalações, performances, gravações em áudio e filmes, além de materiais de arquivo raramente vistos. A mostra apresenta um abrangente panorama da multifacetada produção desta artista pioneira da arte conceptual e da performance que durante os primeiros anos de sua extensa carreira viveu entre Nova Iorque, Tóquio e Londres, tendo tido um papel precursor no desenvolvimento do conceptualismo, da arte performativa e do filme experimental a nível internacional. Ideias, mais do que materiais, são a principal componente do seu trabalho. Muitas dessas ideias são poéticas, absurdas e utópicas, enquanto outras são específicas e práticas. Algumas são transformadas em objetos, enquanto outras permanecem imateriais. Frequentemente, a obra reflete o sentido de humor da artista, bem como sua postura marcadamente sociocrítica. O ponto de partida para muitos dos trabalhos de Yoko Ono encontra-se nas suas Instructions [Instruções]: diretrizes orais ou escritas para os espectadores, que oferecem um conjunto de sugestões e atribuem ao público um papel muito mais ativo do que é geralmente esperado no mundo da arte. Mecenas Exclusivo da Exposição
![]() MULHERES DE TODAS AS IDADES E DE TODOS OS PAÍSES DO MUNDO: ESTÃO CONVIDADAS A ENVIAR UM TESTEMUNHO SE ALGUMA VEZ FORAM PREJUDICADAS POR SEREM UMA MULHER. ESCREVA O SEU TESTEMUNHO NA SUA LÍNGUA, NAS SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS, E DE FORMA TÃO ABERTA QUANTO DESEJAR. PODE ASSINAR O SEU PRIMEIRO NOME, MAS NÃO ESCREVA O NOME COMPLETO. ENVIE UMA FOTOGRAFIA APENAS DOS SEUS OLHOS. OS TESTEMUNHOS E AS FOTOGRAFIAS DOS SEUS OLHOS SERÃO INCLUÍDOS NA MINHA INSTALAÇÃO ARISING 30 DE MAIO A 15 DE NOVEMBRO 2020, PARTE DA MINHA EXPOSIÇÃO YOKO ONO: O JARDIM DA APRENDIZAGEM DA LIBERDADE NO MUSEU DE SERRALVES, PORTO, PORTUGAL. A INSTALAÇÃO ARISING CONTINUARÁ A CRESCER E SERÁ EXIBIDA EM MUITOS OUTROS PAÍSES. ESPERO PODER CONTAR COM A VOSSA PARTICIPAÇÃO. yoko ono Escrito em 29 de abril 2013 e revisto em 2 de abril 2020 ARISING é um projeto em curso. Não há prazo para o envio de testemunhos. Traga o seu testemunho e a fotografia dos seus olhos pessoalmente e entregue-os no Museu ou envie pelo correio para: ARISING c/o Museu de Serralves, Rua D. João de Castro, 210, 4150-417 Porto, Portugal Ou por email para call@imaginepowerarising.com Actividades Relacionadas
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