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Epaminonda, Haris
Untitled #482, 2008- Sem título n.º 482, 2008
- Polaroid. Impressão única
- 10.3 x 10.2 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2013
- "Untitled #482" [Sem título n.º 482], que mostra uma das pirâmides do Egito, faz parte de uma série que Haris Epaminonda iniciou em 2008, usando uma câmara Polaroid. A série consiste de imagens refotografadas, apropriadas de velhos álbuns de viagem, revistas sobre a natureza, livros em segunda mão, documentários produzidos para a televisão, na sua maioria datadas entre os anos 1930 e 1960. As imagens adquirem um sentido ainda mais misterioso pela escolha de Epaminonda de um suporte fotográfico antiquado. A película Polaroid foi descontinuada no mesmo ano em que a série foi iniciada; o projeto conheceu um fim prematuro quando se esgotaram as últimas reservas da película original. O trabalho de Epaminonda está longe de ser nostálgico, pois o seu questionamento das formas como as memórias pessoais e coletivas são construídas e como o conhecimento é estruturado está firmemente ancorado no presente.
Escada, José
José Escada (Lisboa, Portugal, 1939 - Lisboa, Portugal, 1980)Recortes em relevo, 1968- Recortes de papel montados sobre papel
- 31.5 x 48.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2000
- As silhuetas biomórficas que compõem "Recortes em relevo" aparecem pela primeira vez na obra de José Escada em desenhos e pinturas de 1960, sendo a partir daí alvo de uma gradual simplificação dos seus contornos e cores e de uma exploração tridimensional que dá a estas obras uma condição de objeto. A dobragem do papel atribui densidade corporal às silhuetas recortadas. Apesar de tender para a abstração, esta série sugere estruturas ósseas e bichos cujos membros se parecem, por vezes, com os da anatomia humana, como acontece com o sapo e a mosca que se insinuam nestes recortes. Cada uma destas figuras desmultiplica-se em duas com formas bastante diferentes entre si, introduzindo no espectador a dúvida relativamente ao que está a observar. Com os seus contornos simples e na simetria permitida pela dobragem do papel, lembram a vivissecção de animais, bem como os testes de Rorschach, a conhecida técnica de avaliação psicológica realizada através da interpretação de borrões de tinta.Escada é autor de uma obra singular, que transita entre figuração e abstração, explorando questões fundamentais da pintura como a luz, a cor ou a organicidade das formas, bem como as suas potencialidades metafísicas e espirituais.
José Escada (Lisboa, Portugal, 1939 - Lisboa, Portugal, 1980)Recortes em relevo, 1968- Recortes de papel montados sobre papel
- 31.5 x 48.5 cm
- Col. Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Aquisição em 2000
- As silhuetas biomórficas que compõem "Recortes em relevo" aparecem pela primeira vez na obra de José Escada em desenhos e pinturas de 1960, sendo a partir daí alvo de uma gradual simplificação dos seus contornos e cores e de uma exploração tridimensional que dá a estas obras uma condição de objeto. A dobragem do papel atribui densidade corporal às silhuetas recortadas. Apesar de tender para a abstração, esta série sugere estruturas ósseas e bichos cujos membros se parecem, por vezes, com os da anatomia humana, como acontece com o sapo e a mosca que se insinuam nestes recortes. Cada uma destas figuras desmultiplica-se em duas com formas bastante diferentes entre si, introduzindo no espectador a dúvida relativamente ao que está a observar. Com os seus contornos simples e na simetria permitida pela dobragem do papel, lembram a vivissecção de animais, bem como os testes de Rorschach, a conhecida técnica de avaliação psicológica realizada através da interpretação de borrões de tinta.Escada é autor de uma obra singular, que transita entre figuração e abstração, explorando questões fundamentais da pintura como a luz, a cor ou a organicidade das formas, bem como as suas potencialidades metafísicas e espirituais.
José Escada (Lisboa, Portugal, 1939 - Lisboa, Portugal, 1980)Eu e os meus cães, 1980- Tinta acrílica e colagem sobre tela
- 70 x 100.4 cm
- Col. Secretaria de Estado da Cultura, em depósito na Fundação de Serralves - Museu de Arte Contemporânea, Porto. Depósito em 1990
- "Eu e os meus cães" é um exemplo do período figurativo de José Escada, em grande medida autobiográfico, na década de 1970. Neste contexto, o autorretrato adquire importância pelas representações dos cães a quem devotava especial afeto, de anteriores trabalhos que sintetizam o seu período abstrato ou pela sua proximidade com Lourdes Castro e a influência desta artista no seu trabalho, visível nas sombras projetadas no primeiro plano. Testemunho da esfera próxima de Escada, esta pintura assume uma relevância poética e trágica como um dos últimos trabalhos do artista, feito no ano da sua prematura morte.Escada é autor de uma obra singular, que transita entre figuração e abstração, explorando questões fundamentais da pintura como a luz, a cor ou a organicidade das formas, bem como as suas potencialidades metafísicas e espirituais.
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